Achado num livro…
Fevereiro 16, 2007 às 4:59 am (Curiosidades, O que se mangia)
Fevereiro 16, 2007 às 4:59 am (Curiosidades, O que se mangia)
Fevereiro 15, 2007 às 6:01 am (O que se mangia, Receitas)
Estou ficando preocupada, Risotto vicia??? A Silvia do Doce Casinha disse que sim, e que já não tem mais cura… Então tá, ô delícia, não????
Prévia de feriado prolongado é hora de olhar a geladeira e pensar num cardápio para aproveitar o que há, não dá mais para jogar comida fora…
Anyway, duas abobrinhas estavam piscando para mim e pedindo take us, take us, ok babies, vamos para a panela com o primo arroz. Decidido: Risotto de Abobrinha. Não sou boba nem nada, passei numa loja e comprei um pedaço de Gorgonzola e rumo à cozinha.
O resultado foi um Risotto delicioso, a combinação do crocante da abobrinha com o arroz e a cremosidade do queijo….tive que me segurar para não raspar a vasilha.
Risotto de Abobrinha com Gorgonzola
(serve 2 pessoas que estejam com bastante fome)
1 xícara de arroz Carnaroli sem lavar
½ cebola média picadinha
1 dente de alho
Azeite para refogar
2 abobrinhas italianas médias picadas em cubinhos
2 dedos de Conhaque (pode ser vinho branco ou outra bebida)
2 colheres (de sopa) de queijo Gorgonzola amassado
1 colher (de sopa) de queijo parmesão ralado (usei provolone bem suave) 1 colher (de sopa) de manteiga
1 litro de caldo de legumes (usei caldo de galinha pois não tinha o outro)
Refogue o alho e a cebola no azeite até ficarem transparentes e acrescente o arroz. Deixe que o mesmo também fique translúcido e junte o conhaque. Mexa bem até evaporar. Acrescente a abobrinha picada. Coloque uma concha do caldo e vá mexendo sempre até o caldo secar, repetindo a operação até que o arroz esteja cozido mas ainda al dente. Se necessário, junte um pouco mais de caldo e mexa bem. Na última concha de caldo, não deixe secar completamente ou o risotto ficará seco e não cremoso como deve ser. Acrescente o Gorgonzola e o parmesão e desligue o fogo. Mexa bem, corrija o sal e junte a manteiga para dar brilho ao prato. Leve à mesa sem piscar!
Se quiser pode polvilhar queijo e pimenta moída na hora de servir, mas não fiz isso porque achei que já tinha queijo suficiente e a pimenta do reino está proibida em casa.
Dicas interessantes (Acessa.com):
Fevereiro 14, 2007 às 5:55 pm (Curiosidades, Dicas, O que se mangia)
Não consigo pensar em cozinhar sem usar o alho - frito, assado, cru, em pasta, enfim, de alguma forma ele está lá marcando presença nos pratos que saem da minha cozinha.
Comida sem alho é como festa sem brigadeiro, bala com papel, já pensou num arrozinho fresquinho sem aquele refogado de alho e cebola? Ou então o feijão borbulhante sem o dito cujo no tempero??? Sei não, macarrão ao alho e óleo…sem o alho fica aquela coisa sem gosto, Deus me livre!!!
É um condimento que ou agrada ou desagrada, não tem aquele meio termo: “ah, só um pouquinho…”, já que a menor quantidade adicionada ao prato muda completamente o paladar, para melhor, acredito eu! Camarão ao bafo com alho frito, ai Jesus!!!!
Ganhei alguns dentes de alho plantados organicamente e com muito amor e carinho pelos meus pais, eles também são grandes apreciadores da iguaria. A foto é para mostrar o quão pequeninos são….o da direita é comprado. O sabor desse alho é muito mais suave do que o normal, se não me engano é conhecido na região onde eles moram como alho-burro, mas não sei a origem do nome.
A paixão pelo bulbo é tanta que há um restaurante em San Francisco em sua homenagem, o Stinking Rose. Se a comida é boa, não sei, mas se usa alho deve ser… As fotos são bem legais!
Algumas dicas para os que gostam de usá-lo (retirado da Folha Online):
- Para descascar vários dentes de alho, coloque-os por cinco segundos no microondas ou mergulhe-os rapidamente em água fervente. A casca deve soltar-se com facilidade.
- Pra remover o cheiro de alho das mãos, abra a torneira de água fria e deixe que o jato escorra abundantemente do punho para baixo, sem esfregar as mãos.
- Para que o alho não se torne indigesto, corte-o no sentido do comprimento e remova o filamento do centro do dente.
Se não bastasse ser gostoso, ainda faz muito bem à saúde, duvida??? Meu avô tomou durante anos a fio um complemento vitamínico alemão chamado Ilja Rogoff, à base de óleo de alho e tinha uma saúde de ferro, viveu até os 84 anos.
É usado como antibiótico principalmente contra infecções causadas por fungos, funciona contra vírus da herpes e outros relacionados; aumenta a ativação das células T e acentua a função antitumoral das macrófagas; aumenta a imunidade contra uma série de agentes infecciosos (Sonia Hirsh conta as maravilhas do alho para nosso corpo). Funciona contra a tosse, gripe…use alho e viva melhor.
Se não for por tudo isso…afasta os vampiros que insistem em nos rodear…!
Fevereiro 13, 2007 às 8:24 pm (O que se mangia, Pães, Receitas)
Por mais que eu goste de cozinhar e fazer as coisas from scratch (desde o comecinho mesmo, sem usar mix de bolo, coisas pré-preparadas, etc…), se acho um utensílio ou eletrodoméstico que facilite as coisas e não mude o resultado, fico fã e visto a camisa. Muito bem, tudo isso para dizer que SIM, eu tenho uma máquina de pão e acho que foi uma das grandes sacadas dos últimos tempos! Não consigo fazer meus pães tão lindos no braço, infelizmente é uma verdade constatada.
Então, depois de buscar muita informação sobre a dita cuja, como funciona e de provar várias receitas diferentes na casa da minha irmã que já possui há mais tempo, ganhei um brinquedinho de Natal e não parei de fazer pães. Podem dizer que com o suor do braço é melhor, etc…, cada um na sua e vamos assando! Ainda não usei para massa de pizza, focaccia ou outras receitas que não de pão, mas os resultados me deixaram extremamente feliz, e por conseqüência, o marido também, que se farta com os produtos que de lá saem!
Esta receita foi uma adaptação que minha mãe fez de um brioche da Patrícia Wells, como já disse a mamma é daquelas que faz terapia na cozinha. Se algo não vai bem, lá está ela inventando algo para desestressar, se algo vai muito bem, ela já vai fazer um quitute para comemorar, enfim, ela viu a receita original e resolveu experimentar uma coisa nova. O resultado foi tão bom que hoje não fazemos mais outro pão integral, virou nosso pão oficial. Torrado com uma manteiga, hummmmmmmmm!
Pão Integral
(receita adaptada do livro Patrícia Wells, minhas receitas da Provence)
2 colheres (chá) de fermento biológico granulado
3 colheres (sopa) de mel de boa qualidade
1 xícara (chá) de leite integral morno (cerca de 40 graus)
1/4 xícara (chá) de azeite extravirgem (se não tiver pode ser o comum)
2 ovos grandes em temperatura ambiente
2 colheres (chá) de sal
2 1/2 xícaras de farinha de trigo integral
2 1/2 xícaras de farinha de trigo branco
Modo de preparo: Junte numa vasilha o fermento, o mel e o leite e misture. Deixe descansar por uns 5 minutos ou até que espume. Na tigela da máquina junte esta mistura, o azeite, os ovos, o sal, o trigo e coloque no ciclo de massa. Após ter amassado bem, cerca de 35/40 minutos, retire da máquina, coloque numa tigela untada e cubra com filme plástico. Leve à geladeira para crescer - cerca de 8 horas, dobra de volume. Após o crescimento na geladeira, retire a massa, molde o pão e coloque numa forma de pão (tamanho médio a grande) untada com manteiga. Faça um corte com uma faca bem afiada no sentido do comprimento do pão. Deixe crescer mais um pouco e leve para assar em forno médio - forno convencional até dourar e quando bater no lado de baixo do pão ouvir um som seco.
Para fazer do modo tradicional, sem usar a máquina de pão para sovar a massa: A receita fala em batedeira elétrica que faz massa de pão mas pode ser feito na mão mesmo. Misture numa tigela o fermento, o mel e o leite. Deixe descansar até que espume, cerca de 5 minutos. Junte o azeite de oliva, os ovos e o sal, e misture. Acrescente aos poucos o trigo até que a massa fique como uma bola. Continue a misturar até que fique com uma textura acetinada e macia, mas ainda firme. Se estiver grudenta junte mais farinha. Cubra a tigela com filme plástico e leve à geladeira por 8 horas até que dobre de volume. A partir desta etapa proceda como descrito no modo de preparo acima.
Fevereiro 10, 2007 às 5:42 am (O que se mangia, Receitas, Sobremesas, Tortas)
Feira livre é uma aventura à parte, não? Quando criança eu adorava ir à feira com minha avó ou tias, ainda mais que era sempre férias e cidade pequena, e feira de cidade pequena é diferente, difícil de explicar. Não estava muito preocupada com a qualidade ou beleza dos legumes, frutas ou verduras, mas com a atmosfera peculiar e alto astral que sempre são presentes nesses lugares, além de contar com um grande pacote de biscoitos que sempre faziam nossa alegria. Que saudades!
Adolescência chegou e nem pensar em ir à feira, que programa “jeca”, coisa de “gente velha”, queria era ficar dormindo ou ir à piscina. Fala sério….
Aí, de repente eu redescobri a feira. Aqui pertinho de casa tem uma toda 6a, não é muito grande, mas tem muita coisa legal e figuras falantes e risonhas.
Hoje não resisti e lá fui eu, meu filho e carrinho de bebê para aquele caos interessante, o carrinho na feira é um capítulo para outro post… Anyway…vai água de côco, bolinha de açúcar (laranja lima delícia, cortesia de um senhor muito educado e gentil) para o filhote, todos brincando e curtindo aquele espaço.
De repente passei por uma banca e umas uvas pretas me jogaram um charme que não consegui dizer não, vieram para casa conosco. Na mesma hora me veio em mente a Torta de Uva Preta que minha mãe sempre faz e que adooooooro! Receita nas mãos e voilá, aqui está o resultado. Ficou boa demais!
Torta de Uva Preta
250 g trigo
125 g manteiga em temperatura ambiente
125 g açúcar
2 ovos
uma pitada de sal
1 colher (chá) fermento em pó
1 colher (sopa) de Rum ou raspas de limão
Uvas pretas lavadas, secas e já retiradas do cacho
Misture tudo menos as uvas numa tigela usando uma colher de pau, a massa é mole mesmo, não se assuste. Forre uma forma de fundo falso com a massa, coloque as uvas em cima sem apertar muito as mocinhas contra a massa. Leve para assar em forno médio até que fique dourada. Polvilhe açúcar refinado após assar.
Meus comentários (que não consigo ficar de boca fechada): não mudei nada da receita original que minha mãe me passou, mas acho que uma colher de chá de baunilha na massa ficaria legal. Fiz na batedeira… Também acho que tinha que ter uma observação sobre o tamanho da forma, a minha tem 25 cm de diâmetro e acho que a torta ficou muito alta, muita massa para a cobertura das uvas, gosto de mais fininha a espessura da massa. Uma colherada de chantilly por cima fica um must, mas aqui em casa não tinha…!
Fevereiro 9, 2007 às 5:09 am (Dicas, Livros)
Essa frase é ótima e infelizmente não é minha. Aos que gostam de comer bem e estão preocupados com a saúde física e mental, dêem uma olhadinha no que Sonia Hirsch tem a dizer, e não é pouca coisa, hein!
Conheci a Sonia há um tempão quando ela ficou alguns dias em casa para ministrar um curso sobre alimentação natural na cidade onde morávamos. Eu ainda não tinha muita noção do que era a tal alimentação natural, mesmo que em casa meus pais já tentassem praticá-la conosco. Tentavam porque éramos adolescentes e não estávamos com muita vontade de evitar carne, açúcar, refrigerantes, farinhas brancas, enfim…queríamos era justamente o contrário, e qual adolescente é diferente? Depois a gente aprende….
Então a Sonia chegou e tinha uma fala mansa, um jeitinho muito particular de ser e era difícil imaginar que tinha tanto para ensinar, ela é mignon, parece uma menina, e nos conquistou.
De lá para cá seus livros têm visitado nossa casa, alguns são mais especiais por razões pessoais (Só para mulheres , Boca Feliz & Inhame Inhame , Prato Feito e Mamãe eu quero) mas todos são muito interessantes e de leitura cativante, difícil de parar no meio.
Desses tantos ela nos presenteou com alguns, e mais recentemente com o Mamãe eu quero por ocasião do nascimento da Isabela e Gabriel (sobrinha e filhote queridos), e ai se não fosse o livro da Sonia. Li avidamente tudo e reli não sei quantas vezes, muitas dicas e receitas foram assimiladas e graças a elas as crianças começaram a vida com uma alimentação muito saudável, fora o leite materno.
Tenho que confessar que ainda tenho muito da adolescente de tempos atrás (nem tanto tempo, vai!), gosto de açúcar, chocolate, manteiga, café, comidas bem temperadas e cremes mil, mas o refrigerante ficou na lembrança (viva eu!!!). Estravagâncias de vez em quando tudo bem… Muita coisa boa a gente aprende a usar e depois que usa fica fã, sem fanatismo ou chatice, é que realmente faz bem e funciona.
Dá uma olhadinha, você vai gostar.
Fevereiro 8, 2007 às 4:53 am (O que se mangia, Receitas, Tortas)
O calor tão intenso me atrapalhava até na escolha do que fazer para o jantar…por mim umas frutas seria o ideal, mas precisava de algo mais substancioso. Salada…só salada? Hummmmmm, já sei, uma quiche…mas nada dos sabores que batem ponto na nossa mesa. Resolvi inventar moda, não é o que eu gosto????
O resultado foi uma quiche leve, que pode ser comida quente ou fria acompanhada de uma salada verde. Aprovada!
Veludo de Atum (criativa, não???)
Massa: 2/3 de um pacote de manteiga com sal (pacote de 200g)
Farinha de trigo branco e integral
1 colher de água fria
A manteiga deve estar mole para trabalhar com as mãos. Junte um pouco do trigo branco e um pouco do integral, a água e vá amassando até que solte das mãos, fica bem amanteigada, tipo massa podre. Como fiz a olho não sei a quantidade que coloquei… Forre uma forma de fundo falso (própria para tortas e quiches) – inclusive as laterais, não há necessidade de untar. Faça furos na massa toda - fundo e laterais - com um garfo. Isso faz com que ao assar a massa não fique cheia de bolhas e irregular. Leve para pré-assar em forno já aquecido – até que a massa comece a ficar firme. Retire do forno e deixe esfriar.
Recheio: alho e cebola bem picados (usei 1 dente de alho e 1 cebola média)
azeitonas verdes recheadas com pimentão vermelho em fatias (a gosto)
3 ovos médios em temperatura ambiente
1 ½ a 2 potes de iogurte natural (usei só a medida, o iogurte era caseiro)
uma pitada de sal
uma lata de atum em pedaços
Misture bem com um fuet (batedor, chicote….como preferir) os cinco primeiros ingredientes e acrescente o atum (usei light, mas foi só porque era o que tinha em casa). Agregue bem e coloque em cima da massa pré-assada. Salpique páprica doce (se tiver a defumada deve ficar ainda melhor) e leve ao forno médio pré-aquecido até dourar.
Fevereiro 7, 2007 às 6:56 pm (Bolos, Muffins, Cupcakes, O que se mangia, Receitas)
Adoro banana em bolos, muffins, docinhos, chocolate, tortas, sorvete, mousses, enfim, acho que a frutinha dá um toque muito especial nas receitas, e tão fácil de achar e barata que não dá para passar desapercebida, dá-lhe Chiquita Bacana!
Este bolo foi uma receita que achei nas minhas escavações pela web… pois é, algumas amigas dizem que sou um tipo de arqueóloga da web, que vira e mexe acho coisas que até Ele duvida… Mas é que sou curiosa (fazer o quê?) e não sossego até ver o que procurava brilhando na tela.
Edna e Ju, essa receita é um mimo para vocês. Muito fácil de fazer e o resultado é uma delícia!!!! (Edna, você já provou e gostou…).
Bolo integral de banana
4 ovos inteiros
2 bananas nanicas maduras
1/2 xícara (chá) de óleo
1/2 xícara chá de leite integral
1 xícara (chá) de farinha de trigo integral
1 xícara (chá) de aveia
2 xícaras (chá) não muito cheias de açúcar mascavo
canela, cravo moído (usei o moedor de pimenta…) e noz moscada moída (tudo a olho)
1 colher de (sopa) de fermento em pó
Bata todos os ingredientes no liquidificador e depois misture o fermento delicadamente numa tigela. Em forma untada com óleo (usei manteiga) e trigo, asse em forno pré-aquecido, a 180º até que ao espetar um palito este esteja limpo.
Para variar fiz algumas mudanças: no processador os ovos, bananas, especiarias. Bati. Depois acrescentei o açúcar mascavo e o trigo. Coloquei numa tigela, juntei a aveia e por último o fermento.
Fiz alguns em forma de muffin (6) e ainda deu uma assadeira de bolo redonda. Achei muito gostosa, diferente por causa da aveia e não muito doce.
A decoração foi uma frescurinha para ficar mais agradável aos olhos… Fiz os moldes em papel e peneirei açúcar refinado, não é integral mas ficou tão bonitinho….!
Fevereiro 7, 2007 às 3:23 am (Curiosidades)
Segundo o Brasserie Victória :
SUMMAC (RHUS CORIORIA): Pó vermelho e ácido extraído das frutas da planta sumagre. Acelga recheada e tabule são alguns dos pratos preparados com este tempero. Sumak (Rhus corioria)Também conhecido como sumac ou sumagre, este pó tem gosto ácido de fruta silvestre. Vem das folhas vermelhas de um arbusto que cresce nas montanhas do Líbano. Enquanto no Ocidente é considerada apenas ornamental, os cozinheiros do Oriente Médio usam muito as espigas que a planta produz. Por ser amarga, foi usada pelos romanos antes de os limões terem chegado à Europa. É usada para temperar saladas e pastas, só para pratos frios por ter o gosto parecido com o do limão. Misturada com iogurte e ervas, tem um sabor leve e refrescante. Se misturada com azeite, pode servido com pão como aperitivo. É um dos ingredientes do zahtar.
Esse pozinho vermelho tem um aroma muito diferente, alguns acham que parece cheiro de fruta silvestre, eu particularmente sinto cheiro de terra, de natureza. Um tempero pouco conhecido por estas bandas, e por mim também… Ganhei do meu pai um saquinho que ainda aguarda para ser usado… acho que agora vai.
A plantinha é muito linda, e pode ser usada em espiga ou o tempero moído, que é como tenho na prateleira (shame on me…).
Mais informações: em inglês The Epicentre
Fotos: In my Kitchen , Woodland and Praire Plants
Receitas: em inglês Strat´s Place
Fevereiro 6, 2007 às 5:36 am (O que se mangia, Receitas)
Não, não é o título daquele romance do Mário de Andrade, prazeirosa como a leitura daquele, mas com um sabor todo especial a comida gratinada tem lugar certo aqui em casa.
Segundo o Batuque na Cozinha : Gratinar é o mesmo que tostar, ou seja: corar a superfície superior de um alimento. Você pode gratinar um alimento levado ao forno, utilizando uma cobertura à base de creme, manteiga, queijo ralado ou à base de farinha de rosca. Você também pode gratinar um alimento colocado num grill para tostar a superfície.
A receita das Batatas Gratinadas no Caderno de Receitas da Renata me inspirou e resolvi inventar uma moda, ou melhor, um Escondidinho de Frango à Moda…. Dei uma olhadinha na geladeira e mandei brasa! Ficou super saboroso, e se não fosse a travessa a foto teria ficado muito bonita.
Separe sobrecoxas de frango limpas da pele e cozinhe num caldo de frango com sal e tomilho. Não cozinhe demais pois ainda vão ao forno para finalizar o cozimento da ave. Separadamente faça um purê com batatas inglesas, batata baroa ( eu usei na proporção de 3 inglesas para uma baroa) e 2 ou 3 dentes de alho. Usei leite e manteiga para o purê, além de um pouco de sal na água do cozimento. Para dar um toque diferente acrescentei Raiz Forte (mais ou menos uma colher de sopa da preparada em conserva pela Hemmer) e acho que ficou bem interessante, apesar de achar que dá próxima vez deva aumentar um pouco a quantidade.
Unte com manteiga uma travessa que vá ao forno e coloque as sobrecoxas no centro. Em volta disponha o purê e sobre o frango faça uma camada de Cream Cheese amassado com um pouquinho de leite para ficar mais mole e fácil de empregar. Leve ao forno quente para dourar. Na hora de servir salpique cheiro verde picadinho. Com uma salada verde fica divino!