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No knead Artisan Bread ou Pão crocante especial sem frescuras

18 mai

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Um pão rápido, lindo e gostoso para a entrada de um jantar especial…niver do marido…. Não tinha uma padaria especial para ir comprar o tal pão, então resolvi fazer eu mesma. E saiu lindo, rápido e muito, muito gostoso! Mais um achado, impressiona aos olhos e cai super bem!

A caçarola de ferro faz a vez de “Dutch oven” e mais uma vez dá provas de que o investimento foi hiper bem pago! Obrigada pai e mãe!

Esta receita é do site theitaliandishblog.com

Comecei a preparar perto das 11 da manhã e às 16hs já estava no forno! O ideal é deixar uma noite na geladeira, mas 4 horas de espera gelada já dá certo!

Pão crocante especial sem frescuras

- rende 2 pães ovais médios

(xícara 240ml )

Ingredientes:

  • 3 xícaras de água morna
  • 1-1/2 colheres (sopa) de fermento biológico seco 
  • 1-1/2 colheres (sopa) de sal
  • 6-1/2 xícaras de farinha de trigo (***usei perto de 8 xícaras)

*** Ou você pode diminuir a quantidade de água morna ou aumentar a farinha de trigo.

Modo de preparo:

# Fazendo a massa

  1. aqueça a água até ficar morna, nada de ferver senão mata o fermento, ok?
  2. junte o fermento seco e o sal na água num container plástico com tampa (não deve ser hermético);
  3. agregue a farinha, com uma colher de pau, não é necessário sovar. A mistura deve ficar homogênea, sem grumos. Em alguns minutos já está ok. A massa é bem úmida.
  4. deixe crescer coberta com a tampa, sem fechar completamente ou coloque papel filme plástico e faça alguns furinhos para o ar passar.
  5. a mistura deve ficar em temperatura ambiente por umas duas horas no mínimo. Pode ser usada. A dica é que a massa refrigerada é menos grudenta e por isso mais fácil de trabalhar. Então o melhor é deixar na geladeira durante a noite ou pelo menos 4 horas antes de usar a primeira vez, ok?

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# Hora de assar

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  1. em uma superfície enfarinhada (eu usei um tapetinho de silicone com farinha de trigo para não grudar) pegue uma porção da massa usando uma faca de serra ou tesoura. Metade da massa é uma porção boa se quiser um pão de tamanho razoável.
  2. com farinha de trigo à mão modele a massa, é meio chatinho, ela é um pouco grudenta, mas não coloque muito trigo já que não irá sovar para incorporar essa farinha e seu objetivo é ter uma superfície lisa.  Coloque essa porção já moldada num papel vegetal (manteiga) ou um tapete plástico com trigo.
  3. deixe crescer por uns 40 minutos.
  4. pré-aqueça o “Dutch oven” ou uma pedra de pizza por pelo menos 40 minutos no forno alto.
  5. com uma lâmina ou uma faca super afiada (prefiro a lâmina) faça um corte na superfície do pão, pode ser uma cruz, cortes paralelos, como quiser.
  6. já com o “Dutch oven” super quente (tampado enquanto esquentava) coloque fubá fino dentro da caçarola de ferro e gentilmente coloque o pão. Tampe e deixe assar 20 minutos em forno médio.
  7. Se for usar pedra de pizza a receita original orienta deixar uns 35 minutos ou até que a crosta esteja bem dourada.
  8. depois dos 20 minutos com o “Dutch oven” tampado, retire a tampa e deixe mais 20 minutos até dourar.
  9. o pão irá sair do forno estalando e cantando, assim é o ponto!
  10. aí é só felicidade!!!! Deixe esfriar numa grade para servir.

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#Guardando o resto da massa

  1. no mesmo container que foi feita a massa, o que sobrou pode ir para a geladeira e ser usado em até 14 dias. (Eu dei a  massa restante para minha mãe e ela fez no dia seguinte…)
  2. o pão fica mais gostoso no dia em que foi feito. Para servir nos dias que seguirem faça torradas ou bruschetas!!!

 Dica do Mangia che te fa bene: como eu assei o pão algumas horas antes do jantar resolvi colocá-lo no forno 15 minutos (forno pré-aquecido) antes de servir o antepasto…ficou morninho e muito bom!

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Pretzels…

2 mai

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Experimentei essa receita na casa da minha irmã. Maravilhosos! Ainda bem que a boa mesa, leia-se boa mão para cozinha, está na família (modesta, eu, hein???)! Difícil parar no primeiro, ainda mais assim morninhos, saídos do forno…

O aroma dos pãezinhos assando é divino, mas na hora em que são passados no açúcar e canela, aí a coisa fica mais especial.  Ideais para um lanche da tarde, ficam mais fofinhos que os Pretzels vendidos nos shoppings…e são infinitamente melhores.

A massa é uma beleza, parece seda…fácil de se trabalhar.

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E o melhor de tudo, podem ser feitos na máquina de pão…Fáceis e deliciosos! O melhor é consumir no dia em que foram feitos, no dia seguinte eles perdem a maciez que acho tão especial!

(Receita que minha irmã faz há anos, mas ela não se lembra a fonte …) Em tempo, minha irmã disse que se lembrou de onde pegou a receita, do site Tudo Gostoso. Só que fez na máquina de fazer pão.

Pretzels

(rende aproximadamente 11 ou 12 unidades) – xícara 240ml

Ingredientes:

  • 1/2 xícara de água morna
  • 1/2 xícara de leite morno (uso integral)
  • 1 ovo
  • 1/2 xícara de manteiga sem sal (temperatura ambiente)
  • 3 colheres (sopa) de açúcar
  • 1 pitada de sal
  • 3 xícaras de farinha de trigo
  • 2 colheres (chá) de fermento biológico seco
  • Mistura de açúcar refinado e canela em pó para passar os Pretzels. (sem medida)

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Modo de fazer:

  • No bowl da máquina de pão coloque os ingredientes na ordem acima.
  • Ligue no Ciclo Massa.
  • Ao final do ciclo : pré-aqueça o forno na temperatura média. 
  • Numa superfície ligeiramente enfarinhada, bem pouca farinha mesmo….Divida a massa em 11/12 porções iguais.  Faça rolinhos (cobrinhas) da espessura de um dedo.
  • Forme os Pretzels e coloque em 2 assadeiras untadas com manteiga. Deixe crescerem 45 minutos em local morno.
  • Aqui nesse link tem um desenho que ajuda a moldar os Pretzels.
  • Deixe um espaço entre eles pois crescem bem.
  • Asse até dourarem. Assim que tirar do forno, espere 3 minutos e pincele cada Pretzel com manteiga derretida.
  • Passe na mistura de açúcar e canela em pó.
  • Sirva mornos.

Arroz “tipo” mexicano

26 abr

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Tenho muitas memórias olfativas e gustativas de comidas…comidas que minha avó fazia quando passávamos férias inteiras na casa dela e do meu avô, “batatas de gomão” que minha tia avó Yvonne fazia nas mesmas férias, bolo de chocolate da minha adolescência, lanches com pipoca e café, sobremesas e torta de maçã da tia Graciana, pão francês em canoa com manteiga, suco de acerola e laranja feito pela Mary Pink, biscoitos, pães e quiches da Mi, nossa…se deixar fico aqui a tarde toda…

Logo que vi esta receita me veio na memória o perfume desse arroz! A cozinha mexicana é riquíssima e eu tive a felicidade de conhecer um pouco de suas maravilhas quando fiz intercâmbio e fiquei numa comunidade americana/mexicana na Califórnia. Meus amigos e amigas da escola eram na maioria esmagadora filhos e netos de imigrantes mexicanos, o que me proporcionou conhecer a língua, costumes e um pouco da gastronomia mexicana.

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Quantas vezes partilhei refeições deliciosas em casas de amigos descendentes ou nascidos no México, taquitos, tortillas, tamales, carnitas, hummmm! Que experiência maravilhosa!

Este arroz é muito parecido com o que várias vezes pude degustar por lá…desculpem-me os verdadeiros conhecedores da iguaria, não sei se a receita é igual à preparada pelas madres ou abuelas, mas com certeza é muito parecida!

Aproveitem e preparem, é fácil e rápida! Super saborosa e acompanha muito bem uma carnita (carne frita ou bife em tirinhas)!  Tem aparecido toda semana na nossa mesa…

A receita um pouco adaptada por mim veio daqui.

Arroz “tipo” mexicano

(serve 4 pessoas – como acompanhamento)

xícara 240ml

  • 3 colheres (sopa) de óleo
  • 1 1/2 xícara de arroz cru
  • 1 cebola pequena picadinha
  • 2 dentes de alho espremidos
  • sal à gosto
  • 1/2 colher (chá) de cominho
  • 1/2 xícara de molho de tomate
  • 1 xícara de caldo de galinha
  • 3 colheres (sopa) de coentro fresco picado
  • 2 xícaras de água

Preparo:

  • Aqueça o óleo numa panela grande em fogo médio.  Frite o arroz até que comece a ficar dourado. 
  • Junte o alho, cebola, sal e o cominho e dê mais uma fritada. 
  • Acrescente o molho de tomate, caldo de galinha, a água e o coentro fresco e deixe começar a ferver. Corrija o sal.
  • Quando levantar fervura tampe e abaixe o fogo até secar a água.
  • Revolva o arroz com um garfo e sirva quente.

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Pãezinhos de cebola e queijo em 30 minutos!

12 abr

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Com o vento esfriando as noites por aqui  as sopas começam a voltar em casa e procurando na web uma receita rápida e diferente de pãezinhos para acompanhar o prato principal do jantar achei esta delícia. Em pouco mais de meia hora estão prontos! Adorei, são fáceis, saborosos e rápidos! Juntou o que eu gosto!

Mudar a erva e colocar orégano ou outro tipo de queijo fica a critério do padeiro! Vale a pena fazer! Da próxima vez vou fazer metade temperados e a outra parte sem nada para comer no café da manhã mesmo! Hum! Torradinhos ficam uma gostosura também!

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A receita original está aqui.

Pãezinhos de cebola e queijo

(xícara 240ml)

1 xícara mais 2 colheres (sopa) água morna

1/3 xícara de óleo

2 colheres (sopa) de fermento fresco

1/4 xícara de açúcar

1/2 colher (chá) sal

1 ovo

3 1/2 xícara farinha de trigo

2 xícaras de queijo ralado (mix de Cheddar, Parmesão, Asiago e Romano) usei só Parmesão

4 colheres (sopa) de manteiga derretida (*opcional, para pincelar)

4 colheres (sopa) de cebola desidratada

1 ovo batido com um tiquinho de água (eggwash)

Num bowl grande combine a água, óleo, fermento fresco e o açúcar. Deixe agir por 15 minutos. Junte o sal, ovo, trigo e a cebola.

Misture bem com as mãos até sentir que a massa não está mais grudando. Pode ser necessário usar um pouco mais de farinha.

* a receita diz para usar uma batedeira com gancho…fiquei com preguiça de tirar do armário e depois ter que lavar tudo…fiz na mão mesmo!

Forme doze bolinhas do mesmo tamanho e coloque numa assadeira untada com manteiga. Deixe crescer cerca de 10 minutos. Pincele a manteiga derretida (se quiser usar, eu não usei) ou o eggwash sobre as bolinhas e coloque o queijo ralado.

Asse em forno pré-aquecido (180ºC) até dourar. Retire do forno e pincele novamente a manteiga (não fiz).

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Na hora de servir ainda coloquei mais um pouco de queijo ralado sobre os pãezinhos!

Os pãezinhos são deliciosos!!! Acompanham super bem uma sopa, uma salada ou até um ensopado! E no dia seguinte ou no lanche tostadinhos ficam uma gostosura!

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Se quiser fazer para um lanche com amigas (amigos) fica demais! Varie as ervas e os queijos, com tomate seco ou feta…hummmmm!

Abacaxi recheado gratinado

13 mar

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Essa é uma daquelas receitas que logo que vi imaginei que maravilha deveria ser. Senti o perfume do abacaxi assado com o coco, fiquei pensando que receita ótima para um almoço de festa, numas férias à beira mar, bem verão…. e não demorou muito resolvi experimentar. Não era festa, não estou à beira mar…mas ainda é verão, então tá valendo!

Facílima de fazer, impressiona pelo resultado! O sabor é perfeito, o visual é lindo e fecha com chave de ouro a refeição!

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A receita é daqui, com tradução livre e algumas adaptações minhas.

Abacaxi recheado gratinado

(um abacaxi grande serve bem como sobremesa 4 pessoas)

xícara 240ml

1/2 xícara de flocos de coco (adoçado)
1/2 xícara de biscoito de maizena em migalhas médias
1/2 xícara de castanhas do Brasil em pedacinhos (o original pede Macadâmia, mas não achei)
3/4 xícara de leite condensado
2 colheres (sopa) de Rum escuro (usei claro mesmo)
1 abacaxi grande, lavado e seco, cortado de comprido, com a coroa

Misture o coco, migalhas de biscoito e a castanha. Reserve.
Junte o leite condensado ao rum e misture. Reserve.

Coloque o abacaxi deitado numa tábua de corte e com uma faca de serra corte no sentido horizontal, inclusive a coroa. Retire o miolo mais duro e reserve para outra receita.

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Numa assadeira forrada com papel alumínio ou papel manteiga coloque as metades do abacaxi com a casca para baixo.  Coloque um pouco da mistura de leite condensado e rum em cada metade.  Recheie as cavidades com a mistura de coco.  Por fim coloque o resto da calda de leite condensado e rum.

Asse a 180ºC por aproximadamente 10 a 15 minutos ou até que fique dourado o recheio. 
Sirva morno, com garfo e faca!

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Lemon Bars

9 mar

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Os limões galegos estavam lindos e super perfumados e fiquei com uma vontade de fazer uma torta ou algo parecido com eles…acabei achando esta receita, que ficou uma delícia! Com limão siciliano ou meyer deve ficar muito saborosa também!

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Uma palavra sobre como são conhecidos os limões por aqui pelo nosso país…o Tahiti acho que é o mais conhecido, o Siciliano, Cravo ou Rosa. Mas dependendo de onde estejamos o nome pode mudar. Este da foto acima eu sempre conheci como Galego, desde pequena é assim que minha família chama. Mas na internet há vários sites que chamam o limão cravo de galego… Achei algumas informações e fotos aqui e aqui . Além da ótima foto e explicações da maravilhosa Neide Rigo do Come-se.

Minha tia Yvonne morou numa casa com um pé desse limão…era uma festa para os olhos e olfato! Lindos e perfumados! Adorávamos a limonada feita com ele! Mas não era fácil de achar, e acho que ainda hoje vai depender muito do estado em que você mora se nas feiras irá encontrá-lo. No supermercado nunca vi.

As barrinhas de limão ficaram um espetáculo, crocantes na parte de baixo e cremosas no meio…com uma delicada chuva de açúcar de confeiteiro por cima! Sou uma amante dos cítricos então essa receita é uma descoberta! Delícia!

Ah, só uma dica, nesse blog há várias dicas com relação aos tamanhos de formas em polegadas e sua correspondência em centímetros, temperaturas e volume das formas e outras informações super úteis para quem gosta de procurar receitas em blogs e sites gringos que usam outro sistema de medidas como o americano, inglês…

A receita veio da Bakerella, uma fonte inesgotável de inspiração gastronômica. A tradução livre é minha…

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Lemon Bars

xícara 240ml

Massa: 1 xícara de manteiga gelada sem sal

         1 3/4 xícara de farinha de trigo

         2/3 xícara de açúcar de confeiteiro (*eu não tinha, bati o açúcar refinado no liquidificador e usei)

Recheio: 1 1/2 xícara de açúcar refinado

          1/4 xícara de farinha de trigo

          1 colher (chá) de fermento em pó

          4 ovos inteiros, ligeiramente batidos

          1/2 xícara de suco de limão galego

Pré-aqueça o forno a 180ºC. Unte e enfarinhe uma forma retangular de 23 x 32,5 cm.

Para fazer a massa: numa tigela média misture a farinha de trigo e o açúcar de confeiteiro. Acrescente a manteiga em quadradinhos e vá misturando com duas facas ou a ponta dos dedos até que a mistura fique homogênea e a textura seja como migalhas grandes.  Acomode a massa no fundo da forma. Asse por 20 minutos ou até começar a dourar.

Recheio: enquanto a massa está no forno prepare o recheio.  Numa tigela grande coloque o açúcar, farinha de trigo e o fermento, misture.  Aos poucos acrescente os ovos ligeiramente batidos e o suco de limão.  Mexa bem e coloque sobre a massa já assada ainda quente.  Asse por mais 20/25 minutos.

Espere esfriar e corte em quadrados. Polvilhe açúcar de confeiteiro e sirva!

A receita recomenda servir gelado…mas eu prefiro na temperatura ambiente!

Total citrus love!

PS: para outras maravilhas de limão que já deram pinta por aqui veja este link e este.

Suco antioxidante de maracujá com manga

6 mar

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Tudo bem, não é receita, e sim uma dica de um suco revigorante com alto poder antioxidante! Com as mangas ainda perfumando minha cozinha e os maracujás lindos e graúdos dando sopa, hoje no almoço foi suco de maracujá e manga! Um casamento perfeito! Receita da mamma, ela que ultimamente está experimentando manga com tudo que tiver à mão na cozinha! E esse suco é uma delícia mesmo! Mas não dá para economizar e colocar muita água, ele fica forte, substancioso,ok?

Além do sabor super gostoso, o maracujá é antioxidante e possui vitaminas do complexo C, B e A. E a manga  possui também muito valor vitamínico, a qualidade “rosa, por exemplo, é a que possui a mais elevada quota. Da vitamina A, cuja matéria-prima é o betacaroteno, se sabe atualmente que é o melhor comabatente dos radicais livres. Os radicais livres são considerados a ferrugem do corpo, provocando envelhecimento precoce. Devido ao alto teor de vitamina A, a manga é um execelente antioxidante do organismo.” Quer saber mais, leia aqui e aqui.

Suco de maracujá e manga

(litro e meio aproximadamente)

4 mangas pequenas tipo Rosa – polpa

2 maracujás bem graúdos – polpa

1 1/3 litro de água

Bata no liquidificador as polpas das frutas com água e adoce à gosto. Coe e sirva bem geladinho! Hummmmmmm!

“Mangamole”

25 fev

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As mangas estão à toda, lindas, cheirosas e nos convidando a provar todo seu sabor.  O difícil é resistir a fazer sempre as mesmas receitas…então estamos deixando a imaginação nos levar a outro patamar…

A Moqueca de Manga foi um sucesso e já nos conquistou. Torta de manga, Lassi de manga…delícia. Outro dia minha mãe resolveu dar um twist no guacamole e fez com manga ao invés do abacate. Ela me contou e fui procurar na internet. Já havia alguns posts com a receita e ficamos impressionados com a capacidade das pessoas em inventar e modificar sabores de acordo com as necessidades e com o que têm em mãos. Ela não sabia que já existia e fez algo maravilhoso! 

Foi o aperitivo do almoço de ontem… “Mangamole” com tortilla chips! Aconselho a experimentarem, é viciante!!! Quase não almocei de tanto que gostei !

“Mangamole”

4 mangas “de vez” (nem maduras nem verdes” médias, sem cascas e caroços

1 cebola média

1 pimenta dedo de moça sem sementes

coentro (um punhado)

sal

um fio de azeite extravirgem

Coloque tudo no processador de alimentos e pulse algumas vezes. Não é para virar purê, então deixe um pouco pedaçuda. Corrija o sal e sirva.

Pode ser antepasto se servido com tortilla chips. Sobre um salmão grelhado vira complemento do prato principal! Também sobre peito de frango grelhado…delícia!!!

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Pasta de pimenta vermelha–Ribb al-harr

15 fev

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Não pude deixar de me lembrar dessa receita assim que li o post apimentado no Diga Maria. A Maria postou uma receita perfeita para amantes de pimenta e explica um pouco mais sobre o porque da ardência na boca…Deu vontade…

Aprendi a gostar e apreciar as pimentas…começou ainda adolescente, quando morei na fronteira do México e Estados Unidos…e foi aumentando…ainda sou tímida, vou experimentando devagar , mas confesso que o ardor anestesia a boca e dá uma sensação muito boa… uma experiência gastrosensual…

A ardência das ditas cujas pode ser medida por uma escala desenvolvida por um químico, Scoville. Quer saber mais, leia no blog Edu Explica.

Escala de Scoville

fonte: Edu Explica

Meu pai pediu-me para comprar para minha mãe o livro Man oushé – Inside the street corner Lebanese Bakery, da super simpática Barbara Massad. Libanesa de nascimento ela morou nos Estados Unidos e depois voltou já adulta ao Líbano. A culinária estava na veia, seus pais tinham um restaurante na Flórida e ao voltar para seu país natal tentou ganhar a vida de outras maneiras mas acabou se rendendo a gastronomia. Atualmente é fotógrafa na área de alimentação e escritora de livros de culinária. Saiba mais aqui.

Antes de concluir a compra já estava apaixonada pelo livro…e quando chegou pedi emprestado para namorar…o livro…as fotos… Que qualidade de imagens e quantas histórias maravilhosas. Vale a pena!

Fizemos um jantar típico libanês, que fica para outro post, já que é mais longo…mas essa pasta de pimenta nos conquistou! Uma delícia aos olhos e ao paladar! Não é muito forte, pode ser comida sobre uma bruschetta ou um filé de frango ou carne bovina…ou até acompanhando um cozido…vale tudo!

E as pimenteiras da horta da minha mãe estão sorrindo à toa…carregadas e nos convidando a uma degustação. Vai rolar mais essa semana…e eu dou a maior força…!

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Ribb al-harr  – pasta de pimenta vermelha

1 kg pimenta vermelha bem picante (4 xíc)

1 kg pimenta vermelha doce (4 xíc)

2 colheres de sopa de sal

120 ml de azeite

1. Lave as pimentas em água fria. Seque bem. Use luvas para abrir as
pimentas no sentido do comprimento e retire todas as sementes e
membranas.
2. Passe-as pelo processador, junte o sal, mexa bem. Deixe-as por 2
horas num escorredor.
3.Numa panela com pouco azeite cozinhe as pimentas em fogo leve por cerca de 15 min. até ficarem tenras. Deixe esfriar.
4.Coloque num vidro esterilizado e junte o azeite, cobrindo bem a pasta.
5. Para conservar cozinhe os vidros em panela com água por 15 min.

A dona da receita faz sua remessa no final do verão para durar todo o ano. Após aberto deixe na geladeira.

Obs: a receita é suave. Quem preferir pode aumentar a quantidade de
pimenta picante. É importante manter sempre muito azeite sobre a pasta para conservar, senão mofa.

Minha mãe fez menos quantidade, pode ser feita uma proporção para as pimentas que obtiver. O resultado é tão bom que foi possível até passar no pão!!

Fonte: Barbara Abdeni Massaad – Man oushé – Inside the street corner Lebanese Bakery

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Maionese caseira feita no vidro que vai à mesa

8 fev

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Eu sei, o nome desse post ficou meio esquisito, mas é justamente o que a receita/dica é. Simples assim.  Para ajudar a otimizar seu tempo, principalmente num feriado…. e te alimentar melhor, já que não tem conservantes!

Adorei a dica, já fiz várias vezes, passei a receita para frente e quem fez também adorou. Então, bora dividir.  Só que não me lembro onde li…sei que foi na rede, mas em qual site ou blog…infelizmente não anotei a fonte…

Sempre fui fã de maioneses caseiras, especialmente as temperadas. O legal é que dá para fazer ao gosto do freguês, com pimenta, alho, açafrão, salsinha, curry, limão, mostarda, cebolas, escolha seu sabor favorito e mande bala! E como a quantidade é controlável, faça um pouco e não se estragará.

Apesar de muitos chiarem, essa receita usa ovo cru. Felizmente tenho acesso a ovos caipiras super frescos, então faço tranquila. Se você não quer correr o risco use outra receita com ovos cozidos, ok?

Maionese no vidro

1 ovo cru (usei caipira)

sal

mostarda escura

alho amassado

óleo

azeite (o melhor que tiver)

Num vidro grande de boca larga coloque o ovo inteiro, um pouco de sal, um pouco de mostarda (uma colher chá), meio dente de alho amassado e com o mixer ligado vá despejando um fio de óleo dentro do vidro até começar a tomar consistência de maionese. Desligue o mixer, experimente, veja se a quantidade de sal está boa, coloque um pouquinho de azeite (uma colher chá ou mais) e ligue novamente o mixer. A quantidade de maionese será definida por você, mais ou menos óleo. E também se quiser usar mais mostarda, suco de limão…

Eu costumo fazer assim em casa. Mas já fiz com salsinha picada, com manjericão, com raiz forte….

O azeite é para aromatizar, não use somente azeite ou a maionese ficará forte e pesada. E o óleo sempre de girassol ou milho. São mais saudáveis.

Esse dia em que tirei a foto usei num salpicão. Ficou uma delícia! Sempre faço com alguma antecedência e deixo na geladeira para gelar e pegar gosto! Melhor é fazer uma quantidade menor e usar no mesmo dia.

Bom apetite!

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