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Páscoa

5 abr

easter basket

Foto: art.com

Nunca vou me esquecer das várias manhãs de Páscoa em que acordávamos e logo saíamos correndo para o quintal a procurar os ovinhos que o coelho da Páscoa havia deixado escondidos! Que alegria no final juntar aquela pilha de ovinhos, o grande barato era ver quem achava mais e depois acabávamos dividindo entre os irmãos para não dar briga nem dor de barriga, sempre um achava mais do que o outro…

Lembro de uma vez em que um primo nos convenceu de que o senhor coelho havia passado atrás de um arbusto e acabamos acreditando e até vendo a sua sombra…que delícia ser criança!  Páscoa me lembra família reunida, café da manhã farto e almoço tranqüilo, muitas vezes com bacalhau e sobremesas deliciosas.  É a época de estar junto de quem se ama, de perdoar, de renovar as amizades, de fazer outras novas e dividir o que a vida nos deu de melhor.

A tradição de presentear a família e os amigos com ovos coloridos é um costume antigo dos chineses. Esses povos decoravam ovos de galinha e davam de presente a pessoas queridas, em comemoração à Festa da Primavera, que no hemisfério Norte, coincide com os meses de março e abril, próprios da Páscoa. Ao longo dos anos, o costume foi sendo passado às demais culturas do mundo todo e os ovos de galinha passaram a ser substituídos por ovos de madeira, de prata e de ouro decorados com pedras preciosas e, por fim, pelos de chocolates em decorrência principalmente, da chegada das indústrias de chocolate. (fonte Cyber Diet)

 O ovo simboliza o nascimento, o começo de tudo. Na antiguidade, era comum presentear os amigos e familiares com ovos pintados e coloridos. Porém, eles ainda não eram comestíveis. Os Maias e os Astecas consideravam o chocolate um alimento sagrado, assim como o ouro, mas foi somente no século XX, que surgiram os famosos bombons e ovos de Páscoa que fazem o maior sucesso. Era uma vez, uma mulher pobre que coloria ovos e escondia em um ninho para dar aos seus filhos como presente de Páscoa. Quando as crianças acharam os ovos, um enorme coelho passou correndo perto deles, dando a impressão que foi ele que trouxe as lembranças”, diz a lenda que se espalhou pelo mundo. (fonte Guia da Semana) 

Uma Páscoa doce e feliz para todos, com muitos ovinhos de chocolate e harmonia entre as pessoas.  Paz. 

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Os trabalhos recomeçaram… Pão de Fubá

5 abr

fubá forminha

Mesmo em mudança, acampada na casa da minha irmã com filho pequeno e marido já recomeçando no trabalho novo, cheia de coisas para fazer e arrumar não consegui deixar de comer (ainda bem!!!), ainda mais pão…   

Ganhei um livro muito interessante do meu pai sobre pães caseiros (A arte caseira de fazer pães – Romélia C. A. Meyer) e como a máquina de pão veio no Natal agora estou empolgada com as massas!  Como tínhamos que tomar café da manhã e o pão é ingrediente que aqui não pode faltar, escolhi esta receita para começar o livro.  O resultado foi um pão muito saboroso,  pão rústico, com gostinho de fazenda, daqueles que saem do forno à lenha perfumando a cozinha e chamando para merenda! Dilícia!!! E no dia seguinte fica uma gostosura se colocar no forninho tipo torrada… 

Vale a pena testar, eu deixei a máquina de pão amassar, mas a receita é para fazer normalmente sem as tecnologias modernas (eu aproveitei que não tenho muita força nos braços e estava cansada de abrir  caixas…rsrsrsrs). 

Segue a receita original com meus comentários em itálico: 

Pão de Fubá  

½ xíc. de água morna 1 colher (sopa) de açúcar1 colher (sopa) de fermento para pão (usei Fermento biológico seco instantâneo)1 colher (chá) de sal

2  xíc. de fubá

1 xíc. de água fria

1 xíc. de água fervendo

½  xíc. de açúcar ou melado (usei melado)

½ xíc. de margarina (usei manteiga)

5 ½  a 6 xíc. de farinha de trigo comum (usei 6)

Coloque o fermento, 1 colher de sopa de açúcar e ½ xíc. de água morna em uma vasilha pequena. Dissolva-os bem, tampe-os e deixe descansar por 20 minutos (deixei até espumar, menos do que 20 minutos).  À parte, coloque o fubá e a água fria, mexa bem e coloque a água fervendo.   Em uma vasilha grande coloque a margarina (manteiga), sal, açúcar (ou melado) e o fermento dissolvido.  Junte ½ xíc. de farinha de trigo aos poucos, mexendo muito bem.  Aí coloque mais ½ xíc. de farinha, mexa e vá juntando o fubá dissolvido, morno.  

Sempre batendo, acrescente a farinha branca , segundo a receita (depois de acrescido o trigo eu coloquei na máquina de pão, ciclo massa até apitar).  Bata bem.  Se for necessário mais farinha para sovar a massa, pode colocar. Amasse bem com as mãos e deixe crescer em uma vasilha untada e coberta até dobrar de volume.

Aí, abaixe a massa, trabalhe-a por uns 2 ou 3 minutos e faça os pães.  Coloque-os em uma assadeira untada ou em formas.  (Deixei crescer mais um pouco – uns 30/40 minutos).  Fiz 3 pães pequenos para médios e 6 pequeninos em forminhas de alumínio.  Forno pré-aquecido quente (uns 200 ºC), até que fiquem bem assados. (Soam ocos quando se bate embaixo do pão com o nó dos dedos).  Nota do autor: se gostar coloque 1 colher de sopa (ou ½) de erva-doce na água fervendo ou na massa. Dá bom gosto. Eu não coloquei.

Rendimento: um pão grande e 6 pequenos (só apareceram 5 na foto pois um já tinha sido surrupiado…)

fubá todos