Arquivo | julho, 2009

Cookies de lavanda

30 jul

Cookies de lavanda blog

Sempre gostei do perfume da lavanda, em sachês, sabonetes e mais ainda em colônias.   A sensação de leveza e frescor me encanta, realmente me sinto como se estivesse no meio daqueles lindos campos roxos com ventos balançando as flores…

Os antigos Romanos já perfumavam suas iguarias com a flor, que não eram bobos…Pode se usar fresca ou seca, sendo que é melhor ir com cuidado pois se a colherada for muito generosa sua receita vai ficar com gosto de perfume.  As flores secas podem ser guardadas em um recipiente hermético e o melhor é comprar em pequenas quantidades, já que o uso é com parcimônia e o melhor é que estejam mais novas, vá repondo seu estoque de acordo com a necessidade.

Procure comprar as que são orgânicas, e se não for possível lembre-se de que deverão ser para uso comestível, pelo menos, daí não terão sido usados pesticidas.

Diz-se que o perfume e sabor da lavanda estimula o apetite e liberta o espírito.  Pode ser usada como ingrediente ou para decoração em sorvetes, geléias, conservas, bolos, pães, saladas, biscoitos, mel, xaropes, peixes e onde mais sua imaginação deixar.  Este site dá algumas receitas e conta mais sobre as propriedades da flor, e a dica é que pode aliviar dores de cabeça. Este outro site também dá algumas receitas e informações.

Curiosa que sou guardei algumas receitas que pediam a lavanda e fui procurar as florzinhas.  Demorou mas elas chegaram às minhas mãos e hoje escolhi uns cookies e sem mais demora fui para a cozinha.

Muito fácil de fazer e rápida, a receita me agradou muito, o sabor da lavanda é bem sutil e não enjoa de jeito algum. Adaptei daqui.

Cookies de lavanda

(rendeu 24 cookies de tamanho médio: uma dúzia com chocolate branco e outra sem)

5/8 xícara de manteiga amolecida

1/2 xícara de açúcar cristal (usei refinado)

1 ovo batido

1 colher (chá) de flores secas de lavanda

1 1/2 xícaras de trigo

2 colheres (sopa) de pedacinhos de chocolate branco

  1. Pré-aqueça o forno a 177ºC. 
  2. Bata a manteiga com o açúcar até que fique um creme fofo.  Acrescente então o ovo levemente batido.
  3. Fora da batedeira misture com uma colher de pau as flores de lavanda e o trigo.  Misture bem até incorporar.
  4. Divida a massa em duas partes, numa delas junte os pedacinhos de chocolate branco.
  5. Em duas assadeiras untadas * ou forradas com papel antiaderente, despeje colheradas de massa deixando espaço para que cresçam os cookies (eu fiz bolinhas).
  6. Asse por aproximadamente 15/20 minutos até que estejam começando a dourar.
  7. Deixe esfriar um pouco e depois coloque em racks para esfriarem completamente.

*Sempre fiquei intrigada com o tal do Parchment Paper, que não é papel manteiga e sim papel vegetal e é usado para assar cookies, merengue e afins sem que grudem na forma.  Outro dia achei um papel para assados e funcionou maravilhosamente.  Já até consegui reutilizar as folhas limpando com um pano de prato levemente úmido. Chama-se Assatudo, e comprei no supermercado mesmo, na prateleira onde estão filme PVC e papel alumínio. Isto não é propaganda, não recebi nada para dar esta dica, só quis dividir com vocês pois realmente funcionou muito bem.

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Chips de Inhame

28 jul

Jul2009 009

Outro dia estava lendo um artigo sobre receitas com Inhame e me lembrei deste prato.  Quem nos ensinou a fazer o Chips de Inhame foi a Sonia Hirsh, e desde então lá em casa era presença certa toda semana. 

Meus pais sempre se preocuparam muito com nossa alimentação, na infância e adolescência muitas vezes foi difícil entender o por que não havia muita fritura, carne vermelha e doces abundantes em casa.  A casa dos amigos era um paraíso para nosso paladar adolescente…pobres de nós…agora é que entedemos…arroz integral com gersal, fala sério! Cada cara feia e nariz torcido…rúcula, agrião, espinafre, taioba, para que tanto verde?  Uma saladinha de alface e tomate não basta??? Já é suficiente, vai, mãe…!

Esta forma de comer o Inhame agrada a todos, sem distinção, desde o pequeno que está naquela fase seletiva e só quer “porcarias” até o adulto mais preocupado com a saúde.  Muito mais saboroso do que o chips de batata.  Não acredita? Então faça e depois me conte!

Sugestão: faça para o almoço, jantar, lanche da criançada, até como aperitivo ou num dia de jogo, se não contar ninguém vai desconfiar que é Inhame!

Receita: é muito fácil, para essa quantidade da foto eu usei 1 1/2 inhames…rende bem!  Descasquei e depois cortei bem fininho em chips com um cortador/mandolina.  Deixei de molho em água para sair a baba e sequei num pano de prato. Fritei em óleo até dourar. Salgar só na hora de servir, ok?

Ao comer Inhame você estará se protegendo contra muitos males, peço licença a minha amiga Sonia Hirsh e transcrevo aqui um trecho do livro “Boca Feliz & Inhame, Inhame”:

O INHAME LIMPA O SANGUE
É um dos alimentos medicinais mais eficientes que se conhece: faz muitas impurezas do sangue saírem através da pele, dos rins, dos intestinos. No começo do século já se usava elixir de inhame para tratar sífilis.
FORTALECE O SISTEMA IMUNOLÓGICO
Os médicos orientais recomendam comer inhame para fortificar os gânglios linfáticos, que são os postos avançados de defesa do sistema imunológico. Curioso que a forma do inhame seja tão semelhante à dos gânglios…
EVITA MALÁRIA, DENGUE, FEBRE AMARELA
A presença do inhame no sangue permite uma reação imediata à invasão do mosquito, neutralizando o agente causador da doença antes que ele se espalhe pelo corpo. Aldeias inteiras morreram de malária depois que as roças de inhame foram substituídas por outros plantios.
É MAIS PODEROSO QUE A BATATA
E tem a vantagem de ser nativo, enquanto a semente da batata é importada. Inhame dá com fartura em qualquer lugar úmido. Em vez de apodrecer na cesta, como a batata, ele brota e produz mais inhames. Nas mulheres aumenta a fertilidade porque contém fitoestrógenos, hormônios vegetais, importantes na menopausa e após.
MEDICINAL É O PEQUENO, CABELUDO
Marronzinho por fora, com a pele variando de roxo a branco. Existem ainda o inhame do norte e o cará, maiores e mais lisos, que são muito bons para comer mas não têm o mesmo poder curativo do inhaminho (também chamado de inhame chinês).
A FOLHA PARECE COM A TAIOBA
É da mesma família; ao contrário do que se pensa, a folha do inhame também serve para comer, cozida ou refogada. Às vezes pica muito, como a taioba.
EMPLASTRO DE INHAME PUXA TUDO:
furúnculos, quistos sebáceos, unhas encravadas, verrugas, espinhas insistentes, farpas ou cacos de vidro que entram nas mãos ou nos pés. Desinflama cicatrizes, elimina o sangue pisado de contusões, abcessos e tumores. Pode ser usado imediatamente após fraturas ou queimaduras para evitar inchaço e dor, e também em processos inflamatórios de hemorróidas, apendicites, artrites, reumatismos, sinusites, pleurisias, nevralgias, neurites, eczemas. Em caso de tumor no seio ou em outros lugares junto à pele é ótimo usar o emplastro de inhame durante uma semana antes de operar, pois ele vai aumentar esse tumor atraindo toda substância semelhante que houver no interior do corpo e evitar outros tumores. Serve ainda para baixar febres.
OS OUTROS NOMES DO INHAME
Em latim, infelizmente, é colocasia esculenta. Na África e na América do Norte se chama taro, na América Central é ñame ou otoe, na França é igname, na Índia albi, no Japão sato-imo, no Caribe malanga ou yautia. E cará, em inglês, é yam.
COMA E AME!

Va lá no www.correcotia.com e descubra mais como melhorar sua vida através da alimentação!

Bruschetta

27 jul

Bruschettas blog

Frio pede comida que esquente, uma sopinha básica, e a sopa clama por uma Bruschetta!  Aqui em casa sempre que faço sopa o marido fica procurando uma torradinha, uma Bruschetta, ou algo para dar a sensação de que não irá ser só sopa na refeição…Acho que é a coisa de fazer os maxilares trabalharem…

Mas as bruschettas são mais do que acompanhamentos para sopas, são tipicamente entradas ou antipastos e sua origem data de meados do século 15 na região central da Itália.  Em muitos lugares é feita num grill, mas pode ser adaptado seu preparo para uma torradeira ou mesmo um forno.  Ou até numa frigideira, se a vontade for grande!

O pão que normalmente se usa é um pão de massa fermentada, sourdough, que possui uma casca grossa e crocante, e retém mais umidade do que os outros.  Um pão caseiro é uma ótima opção.

Ganhei de Natal da minha irmã o livro A Itália de Jamie (Jamie Oliver) e logo das primeiras páginas ele dá as diretrizes para se fazer uma boa bruschetta, como na Itália.  A cobertura para a bruschetta pode variar imensamente, o que ele recomenda é que os ingredientes devem ser muito frescos e cozidos com cuidado.

Seja qual for a cobertura que você escolher, o preparo básico é o seguinte:

Bruschetta

(adaptado do livro A Itália de Jamie)

Pegue um pão grande, de preferência de massa fermentada naturalmente (sourdough) e corte no meio no sentido vertical. Depois fatie com espessura de aproximadamente 1cm e toste as fatias numa grelha, torradeira, forno, frigideira…dos dois lados até que fiquem douradas.  Esfregue alho cru rapidamente na superfície das fatias, coloque um ótimo azeite de oliva e uma pitadinha de sal.  Escolha sua cobertura preferida e regue novamente com azeite.

Fiz duas coberturas:

  1. tomates italianos picadinhos e escorridos numa peneira para retirar o excesso de líquido. Temperei com azeite, sal, alecrim seco e um pouco de queijo de cabra esfarelado;
  2. fatias de presunto cru (tipo Parma), azeite e orégano.

Sugestões do Jamie Oliver:

  • beringelas grelhadas e depois picadas, temperadas com hortelã, azeite, salsinha, alho e um pouquinho de vinagre;
  • vegetais assados ou grelhados, temperados com orégano, sal, azeite, pimenta do reino, limão e vinagre;
  • tomates maduros picadinhos, manjericão, sal, pimenta do reino;

A sopa que servi como prato principal é uma canja com massa ao invés de arroz.  Para duas pessoas (bem servidas) cortei 3 sobrecoxas de frango desossadas e temperadas com alho e sal em cubinhos e refoguei no azeite até dourar.  Acrescentei 2 dentes de alho picados, uma cebola pequena em cubinhos e deixei fritar um pouco. Acrescentei uma cenoura (grande) em cubos e dourei por uns 2 minutos. Coloquei água morna cobrindo tudo e deixei começar a cozinhar.  Quando a cenoura estava al dente acrescentei  1/2 chuchu e 2 batatas em cubos. Corrigi o sal e a quantidade de água.  Acrescentei uns raminhos de tomilho fresco e coloquei o macarrãozinho (estrelinha).

Fonte: Wikipedia

Pão Rústico

24 jul

Pão Rústico blog

Esse tempinho frio dá mais vontade de fazer coisas na cozinha, não? Principalmente se forem assadas, assim fica tudo quentinho e o perfume das delícias invadindo sala, quartos, hummmmm, tem coisa melhor?

Meu fraco por pães herdei da minha mãe, e sempre quando ela acha uma boa receita me passa, e vice-versa. Esta aqui é da “The Magazine of La Cucina Italiana” de dezembro de 1997.

Pão, receita italiana, longa fermentação, não tem como dar errado! Não se assuste com a extensão da receita e longas horas de espera, no final ao retirar seus pães do forno você dará um suspiro de alegria e satisfação pelas delícias que irá provar!

Dicas:

  • para o pão caseiro ficar saboroso e crocante faça uma Biga, que nada mais é do que uma esponja fermentada que dará ao pão uma crosta crocante e um sabor mais intenso;
  • um crescimento longo e vagaroso assegura que o pão não tenha aquele gosto de fermento;
  • uma pedra de assar imita o forno à lenha. A Marcela Hazan ensina que é possível usar um ladrilho (piso) grande no lugar da pedra;
  • a farinha para pão contém mais glúten do que a normal (“all purpose”) o que permite que o pão cresça mais uma vez assim que estiver no forno.

Anote a receita:

Pane Rustico

Ingredientes:

1 colher (chá) de fermento biológico seco

14 xícaras de farinha para pão (pode ser menor a quantidade)

1 colher (sopa) de sal

1 colher (sopa) de azeite

1/2 xícara de fubá

1 xícara de água morna

2 xícaras de água em temperatura ambiente

Biga: dissolva o fermento em 1 xícara de água morna e deixe descansar por 5 minutos.  Gradualmente misture 2 xícaras de trigo, mexendo com uma colher de pau.  Cubra com filme plástico e deixe em temperatura ambiente até que triplique de volume – cerca de 10 horas.

Depois desse tempo misture a biga com mais duas xícaras de água (temperatura ambiente) e sal.  Mexa bem e comece a adicionar a farinha de trigo restante, uma xícara por vez, amassando numa superfície enfarinhada até que a massa fique macia e não grude mais.

Trabalhe a massa de 8 a 10 minutos até que fique sedosa.  Somente use a quantidade de farinha que for necessária, muitas vezes não serão todas as 14 xícaras (usei só 9).

Unte uma vasilha grande com o azeite e coloque a massa. Cubra novamente com filme plástico e leve à geladeira de 8 a 18 horas (de acordo com sua agenda).

Tire a massa após esse período, trabalhe brevemente em uma superfície enfarinhada e cubra com um pano.  Deixe descansar em temperatura ambiente até que dobre de volume.

Corte a massa em 4 pedaços iguais (pequenos) ou 2 médios e não amasse mais.  Cubra com um pano e deixe crescer por mais ou menos 1 1/2 hora.

Pré-aqueça o forno meia hora antes de assar, com a pedra dentro se tiver.  Coloque o fubá sobre a pedra ou assadeira e os pães em cima, sem untar, e também polvilhe fubá sobre os pães.  Leve o pão para assar (forno médio) e faça alguns cortes com estilete ou faca bem afiada. 

Nos primeiros 10 minutos de forno borrife água três vezes sobre os pães.

Asse até que a crosta fique dourada e a base do pão faça um som oco ao bater.  Esfrie num rack.

Fica muito bom e nos dias seguintes torradinho em fatias é uma delícia! O meu rendeu dois pães médios.

Flores roxas para alegrar seu dia!!! Ah, algumas podem ir à mesa, viu….!

23 jul

Flores para alegrar seu dia!blog

Os olhos comem primeiro do que o estômago, não??? Pois é, já tinha ouvido falar mas não resisti ao me deparar com essa linda couve-flor roxa no supermercado, trouxe para casa! O preço era o mesmo da couve-flor comum, então não fiz nenhuma extravagância! Não é linda?

Fiquei até com pena de usar, tão chamativo o tom do roxo! Resolvi fazer um macarrão com couve-flor e molho de queijos, que infelizmente não me lembrei de fotografar… O sabor é bem parecido com a nossa conhecida, somente achei que o aroma durante o cozimento é um pouco mais acentuado.

Nesse site e aqui também há mais informações e até fotos de outras cores: verde e laranja. O que explicam é que a cor roxa vem da antocianina, cujo principal benefício é prevenir doenças cardíacas. Esta substância também é encontrada no repolho roxo e no vinho tinto.  Este outro site dá outros exemplos de legumes que possuem o composto. Vale a pena conhecer um pouco mais sobre esses alimentos.

Que esse dia cinzento e frio fique mais alegre! Um beijo grande!

Ah, as flores da esquerda da foto são meio roxas, mas na foto ficaram azuis…e sem photoshop…!

Gelado de Atemóia

21 jul

Gelado de Atemóia

Sou bem parcial para falar deste sorvete…adoro fruta do conde, pinha, atemóia, graviola e toda a família desse tipo de fruta! E com fruta boa dando sopa, ou melhor, dando sorvete, não se brinca, corri na feira para comprar algumas e fazer logo esse gelado.  A banca de frutas onde compramos vende bem mais barato do que no supermercado, na verdade quase metade do preço, aí já viu…fiz a festa!

A atemóia é um pouco menos doce do que a fruta do conde, e mais consistente também.  A fruta do conde quando madura se despedaça toda, tem que tomar o maior cuidado para não estragar a fruta, e a atemóia não, trouxe lá do interior as frutinhas e elas chegaram intactas.

Não é uma fruta ainda muito conhecida no Brasil, é um fruto híbrido, derivado da ata – pinha ou fruta-do-conde – e da cherimóia, originária dos Andes. A fruta não tem lipídios, é rica em potássio, fornece muita energia para o corpo e é muito saborosa. Interessou? Leia mais aqui e aqui.

A receita do sorvete é fácil: bata no liquidificador 5 atemóias maduras (só a polpa com sementes) e 1 lata de creme de leite.  Coe para retirar as sementes e junte 1/3 lata de leite condensado (ou a gosto do freguês), batendo novamente no liquidificador.  Leve para a sorveteira por aproximadamente 25/30 minutos e depois leve num recipiente próprio ao freezer por mais ou menos uma hora.  Caso só os adultos forem tomar acrescente 1 colher (sopa) de vodka para evitar os cristais de gelo.  Ñão rendeu muito, aproximadamente 4 porções.

Aproveite que a safra vai de março a agosto e o preço pode ficar proibitivo depois…

A cor do sorvete é clarinha, entre o verde claro e o creme…adorei!  Já provei o de fruta do conde também, mas como foi na casa da minha avó não me lembrei de fotografar! Muito bom!!!

Fonte: Toda Fruta, Folha Online e Frutas Brasil

 

Canudinhos com recheio de doce de côco

19 jul

Canudinhos blog

Ainda na saga dos docinhos que fiz para a festinha do meu pequeno, apresento a vocês uma gostosura que sempre é presença obrigatória nas festas da família: Canudinhos! Fazemos normalmente dois recheios: de frango e de doce de côco…mas o de frango acabou antes que eu conseguisse tirar fotos…

Claro que os canudinhos podem ser comprados em padarias ou supermercados, mas nós encomendamos sempre da mesma pessoa, ela faz em casa e são infinitamente superiores aos comerciais…fico imaginando que trabalho deve ser fazer e depois fritar naquelas forminhas de metal…

Os recheios podem ser inúmeros, quando sobram canudinhos, e sempre sobra, pois compramos um cento (mínimo), recheamos com doce de leite, daquele de comer de colher…

Enfim, esses da foto são uma delícia, é impossível não comer um só e quando nos damos conta não conseguimos sair de perto da travessa. Costumamos deixar o recheio em um pote ao lado dos canudinhos vazios, assim cada um pega o seu e recheia a gosto, fica mais prático para quem serve e mais crocante para quem vai saborear, se recheados com antecedência podem ficar moles.

A receita é simples, anotem:

Faça uma calda com 2 xícaras de açúcar, 1 de água e uns 4 cravos da Índia. Deixe ferver sem mexer até engrossar um pouco. Retire do fogo e adicione  3 gemas (usei ovos caipiras) desmanchadas com um garfo. Volte ao fogo para cozinhar as gemas, alguns minutinhos.  Desligue o fogo e misture um pacote de côco ralado.  Espere esfriar para usar.