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Navajo frybread / Pão frito Navajo

25 jun

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Numa viagem ao Grand Canyon há muito tempo experimentei num café esses pães fritos! Nunca mais esqueci a maravilha e a beleza que são! Lembro que no momento em que comi pensei : “tenho que procurar a receita e fazer para minha mãe”…bem, demorou só uns 20 anos…mas fiz e agora divido com vocês.

Foram servidos quentinhos com mel e canela, como um lanche mesmo, mas pela pesquisa que fiz aprendi que também são chamados Navajo tacos, isto é, podem ser recheados com carne, queijo ralado, alface e molho, proporcionando uma completa refeição. Ou mesmo como acompanhamento para um ensopado ou sopa. Simplesmente maravilhosos, experimente, vá por mim!

E você pode até recheá-los, abrindo como um pão tipo pita!

A história do Navajo frybread não é poética,  os Navajos, tribo indígena nativa americana, tiveram suas terras invadidas pelos colonizadores europeus, cujo objetivo era conquistar suas terras para construir novas cidades e nova vida na América.  A luta foi feroz e os colonizadores acabaram vencendo, fazendo com que os Navajos fossem retirados da sua terra natal e realocad0s em uma área distante de onde moravam. Os novos acampamentos eram muito populosos e a comida era escassa. O governo americano fornecia trigo, açúcar, banha, fermento (químico e biológico) e leite em pó. Com esses ingredientes o Navajo frybread apareceu como uma alternativa para alimentar os índios. Para algumas tribos o frybread é uma comida de tradição sagrada, para ser consumido pelos índios até que a terra seja purificada novamente. (fonte snowowl.com)

Esta receita rendeu 12 pães. A dica é esperar o óleo esquentar bem para que os frybreads inflem e não encharquem. Fácil e rápido.

A receita veio daqui.

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Navajo frybread

(xícara 240ml)

Ingredientes:

· 2 xícaras de farinha de trigo

· 1 1/2 colher (chá) de fermento em pó (para bolo)

· 1/2 colher (chá) de fermento biológico seco

· 1/2 colher (chá) de sal

· 3/4 – 1 xícara de leite quente (43ºC)

· 1 colher (sopa) de manteiga (sem sal) amolecida

· óleo de milho ou girassol para fritar(use o de sua preferência)

Modo de fazer:

  • Numa tigela misture a farinha de trigo, fermento em pó, fermento biológico e o sal.
  • Em outra tigela misture a manteiga no leite quente e depois junte aos ingredientes secos.  Vá misturando com uma colher de pau até que os ingredientes estejam bem incorporados e a massa esteja homogênea.
  • Se massa estiver um pouco grudenta e elástica pode-se adicionar o 1/4 de xícara de leite restante. (Não precisei fazer isso).
  • Cubra a massa com filme plástico e deixe descansar por 10 minutos.
  • Divida a massa em 12 porções iguais. Com as mãos ligeiramente enfarinhadas e numa superfície também enfarinhada vá trabalhando uma porção de cada vez.
  • Com o rolo abra cada pedaço até atingir um círculo de aproximadamente 12cm de diâmetro.
  • Aqueça uma frigideira funda com o óleo. Quando estiver bem quente coloque um disco de massa por vez e frite até dourar, nos dois lados.

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  • Remova da frigideira e deixe escorrer o excesso de óleo em papel toalha.
  • Sirva como taco (salgado) ou como lanche ou sobremesa, com mel e canela, com manteiga, com geléia, com frutas…
  • Maravilha!!!!
  • Aqui em casa foi o lanche, com uma xícara de café bem quentinho! Hummmmmmm!

Sabia que no Peru há um pão bem parecido chamado Cachanga? Veja aqui.

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Pastiera di Grano, antes, durante e depois da Páscoa…

24 abr

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Uns dias antes da Páscoa meus pais ganharam um pedaço de uma Pastiera di Grano, uma torta preparada na Páscoa, típica de Nápoles, Itália. Experimentei e adorei! Já tinha ouvido e lido a respeito mas a torta me parecia muito elaborada e ainda não tinha me animado a testar alguma receita.

Depois de provar a torta eu e minha mãe ficamos encantadas e passamos um bom tempo confabulando sobre sua origem, ingredientes, etc… Acabei me encantando pela receita da Carla Maicá, do maravilhoso blog  Cucina Artusiana, que me pareceu perfeita. Fiz duas alterações, usei casquinhas de mexerica cristalizadas no recheio e tive que tirar um pouco do trigo para caber na minha forma. 

A torta exige preparação, então não dá para fazer de última hora, mas é tranquilo.  Recomendo muito!!! Experimentem essa maravilha! E não só para comer na Páscoa…

Tradicionalmente preparada pelas donas de casa napolitanas para presentear os amigos e familiares na Páscoa, essa torta celebra a chegada da primavera e apesar de rústica  é saborosa e muito especial.

Quer saber mais sobre esse doce, leia aqui.

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Pastiera di Grano – Torta Napolitana de Páscoa (receita bem pouco adaptada do Cucina Artusiana)

Ingredientes
Trigo
250 gramas de trigo integral (em grãos) deixados de molho por 3 dias
01 litro de leite integral
Massa
250 gramas de farinha de trigo
02 gemas
75 gramas de açúcar
60 gramas manteiga sem sal
½ xícara de água fria
½ colher (sopa) de canela em pó
Creme
02 gemas
75 gramas de açúcar
250 ml de leite integral – Use o leite que foi cozido o trigo
35 gramas de farinha de trigo
Casca ralada de 01 limão
01 colher (chá) de essência de baunilha
Ricota
500 gramas de ricota fresca sem sal
03 ovos inteiros
03 gemas
400 gramas de açúcar
01 colher (chá) de canela em pó
01 colher (sopa) de Cointreau (licor de laranja)
01 colher (sopa) de essência de baunilha
Açúcar de confeiteiro para polvilhar                                   
2 colheres de casquinhas de mexerica cristalizadas (em pedacinhos)


Preparo

Cozinhe o trigo em água nova por 40 minutos. Escorra, junte o leite e leve ao fogo baixo, mexa algumas vezes para não grudar no fundo da panela. Cozinhe até ficar macio, aproximadamente 1 hora. Retire metade do leite do cozimento e utilize este leite retirado para fazer o creme.

Bata todos os ingredientes da massa no processador até obter um composto homogêneo. Faça uma bola com a massa, enrole com filme PVC e leve ao refrigerador por 40 minutos. Passado este tempo abra a massa com espessura de 2 centímetros e coloque sobre o fundo e bordas de uma forma de 25 centímetros com aro removível. Leve novamente ao refrigerador até a hora da montagem.

Para o creme bata bem as gemas com o açúcar. Acrescente o leite e a farinha de trigo. Misture bem, leve ao fogo baixo, junte a casca de limão e mexa até começar a engrossar. Adicione a baunilha e passe por uma peneira.

Amasse a ricota e reserve. Bata os ovos e as gemas e o açúcar. Junte a ricota e misture. Acrescente os outros ingredientes e misture bem.

Pré aqueça o forno a 180º C.

Em uma tigela grande coloque o creme de ricota, o trigo e o creme. Misture bem e despeje sobre a massa. Asse por aproximadamente 02 horas, até a superfície dourar. Desligue o forno e deixe a torta esfriar lá dentro. Sirva em temperatura ambiente polvilhada com açúcar de confeiteiro.

Observação do Mangia: minha forma de fundo falso não é muito alta, então tive que tirar 1 1/2 xícaras do trigo já cozido na hora de misturar com os outros ingredientes para assar…ou não caberia na forma. Usei para fazer pão.

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Farofa de Içá, Bitú ou Tanajura…aceita?

27 nov

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Meu pai me liga para perguntar se queríamos ver como se faz farofa de Bitú, ou Içá ou Tanajura. “Como assim”, pergunto?  “Elas estão caindo do céu por aqui e já catamos uma boa quantidade para fazer a farofa!" disse ele.

Dava para resistir? Eu só tinha ouvido histórias contadas por ele mesmo que quando menino na cidade do interior do Rio de Janeiro, muitas pessoas pagavam às crianças para catar as formigas aladas para fazer a farofa.  Não hesitei, catei a criançada e marido, máquina fotográfica e fomos aprender sobre essa tradição do Vale do Paraíba.

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As formigas saem para começar novos formigueiros, numa louca revoada entre outubro e novembro, lotando o ar e deixando os que gostam da iguaria com água na boca.

Em algumas cidades o preço do litro do içá chega a R$20,00.  E na cidade de  Silveiras, a pouco mais de 200k de São Paulo, o produtor rural e empresário Ocílio José Ferraz, da Fazenda do Tropeiro, compra toda a quantidade que lhe é oferecida, congela e usa durante o ano todo. Dizem que o içá é antibiótico, natural e afrodisíaco…

A tradição veio dos índios que comiam na farofa “os frutos que caiam do céu”. Elas voam desesperadas a caça de um local para iniciar nova colônia e como já estão fecundadas, diz-se que a farofa tem alto teor de proteína. Como são cortadeiras há quem diga que é um controle ecológico.

Enterram-se no chão para começar o formigueiro. Vejam esses buracos com terra fofa ao lado…

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Tomamos um susto ao ver as tanajuras aladas, são enormes! E tem um ferrão que dá medo…dizem que a picada dói mesmo!

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Limpa-se as asas, pernas e ferrão, deixando só o abdômen da formiga. Meu filho ajudou os avós a realizar a tarefa…quase levou uma picada! Confesso que é assustador ver aquelas formigas todas agoniadas…parecem saber o que lhes espera..

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Minha mãe fez a farofa do jeito que está acostumada a fazer farofa…

Farofa de içá

içás limpas (ou seja, só o abdômen, sem o ferrão, asas e pernas)

uma colher (sopa) de azeite

uma pelota de manteiga com sal

sal à gosto

alho espremido

farinha de mandioca flocada

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Colocam-se as içás numa panela, em fogo baixo, até que comecem a torrar. Elas vão inchar um pouco.  Assim que começarem a torrar, junte o azeite, a manteiga e o alho. Alho torradinho, acrescenta-se a farinha de mandioca e deixe pegar um pouco de gosto. Corrija o sal, coloque salsinha e pimenta (opcional) e aprecie.

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A pergunta que não quer calar…se gostei??? Confesso que ainda não foi desta vez que provei…não consegui. Preciso interiorizar um pouco mais a ideia…Mas meus pais comeram e gostaram. Tem gente que acha que parece pipoca, outros dizem parecer aquele camarão pequenino…Experimenta e depois me conta!

Fondue importada e improvisada…

17 maio

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Dia desses minha irmã mandou umas fotos do niver dela mês passado.  Dentre as fotos muito especiais estava uma foto de uma Fondue que ela e o namorado fizeram e pedi para postar aqui.

Nada de diferente se não fosse a grande idéia do namorado em improvisar o rechaud…uma vela pequenininha e a grade do fogão! Adorei a solução criativa e resolvi dividir aqui a foto e a receita da Fondue deles, num clima bem francês (eles moram lá…).

A origem dessa maravilha é controversa mas diz-se que a receita é da Suíça francesa e a palavra fondue é feminina (a fondue e não o fondue).  Significa fundida ou derretida. A receita mais antiga desta massa fundida encontra-se em um livro de cozinha escrito em Zurique em 1699. Dentre várias versões para a origem do prato, a mais aceita se situa na Idade Média, cerca de sete séculos atrás, nos Alpes da Suíça, como conseqüência de uma superprodução de queijos. Os produtores, para melhor conservarem o queijo à espera de uma nova temporada, derreteram e fortificaram a massa com kirsch (destilado de cerejas) que, depois de outra vez enrijecida pelo frio, duraria mais. No meio desta experiência, então inédita, um cidadão que mereceria uma estátua no centro de Genebra se seu nome não tivesse sido injustamente esquecido pela história, espetou um pedaço de pão em haste para provar a poção. (Fonte: Revista Adega)

Confesso que não conheço os dois primeiros queijos que ela menciona na receita mas reproduzo aqui conforme as instruções da mana:

Fondue de queijo

“250g de queijo comté , 250g de queijo beaufort e 100g de queijo emmental, ralados

Passar um dente de alho na panela, colocar pimenta do reino moída e uma pitada de noz moscada.  Acrescente 3/4 de taça de vinho branco seco, ferver e juntar os queijos aos poucos até derreter. E pronto! Foi super bem servido pra duas pessoas que comem bem!”

Os pães ficam a critério dos fregueses…eles com certeza comeram com uma autêntica baguette…!

Bon soir!

A foto é da mana e do cunhado! Adorei! Espero poder experimentar essa fondue aí na casa de vocês!

O que tem na minha cozinha: Microplane

16 mar

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Quem já machucou os dedos tentando ralar uma cenoura, chocolate ou queijo num ralador ruim sabe o quanto é importante ter um bom acessório na cozinha. 

E algumas coisas têm que ser raladas fininho, não adianta colocar no processador, tipo casca de laranja ou limão…não dá certo…

Depois de ficar babando por um ralador Microplane e ler vários posts onde os (as) blogueiros (as) declaram seu amor por esse gadget de cozinha, pesquisei e me assustei…como é caro aqui no Brasil! Tá, eu sei, é importado…mas não precisavam exagerar, o negócio é caaaaaaaaaaro mesmo…lá nos EUA você acha por US$15,00 e o meu veio da Austrália (minha linda e querida prima trouxe!!!) por AUD$29,50 (cerca de R$47,00 hoje). Gente, vale muito a pena…se você comparar com os preços nas lojas brasileiras, que passeiam de R$100 – 180….Fala sério!

Dá para pedir para aquela amiga, prima, namorado ou marido que está fora do país passeando, vale muito a pena!

Esse ralador tem uma história curiosa, foi desenvolvido por uma empresa americana que fabrica peças para trabalhar madeira. Decidiram fazer peças pequenas para serem usadas por carpinteiros em casa ou pequenas oficinas e uma dona de casa angustiada com seu ralador de cozinha, que não funcionava, descobriu que a nova ferramenta do marido ralava super bem a casca da laranja para fazer um bolo! Pronto, estava descoberta a maravilha! De lá para cá a empresa desenvolveu vários tipos de raladores, que variam o tamanho dos furinhos para cada alimento a ser usado. Leia mais aqui.

Ah, só para lembrar, decidi dividir com vocês o que acho que vale a pena na cozinha, com o intuito meramente de compartilhar experiências…. não é propaganda e não ganho nada com isso, ok?

Na próxima viagem para fora ou quando souber que algum conhecido está de passagem marcada, aproveite para turbinar sua cozinha!

An apple a day keeps the doctor away

12 mar

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Meu primeiro contato com a língua inglesa foi na escola e sempre fui apaixonada pelas aulas, talvez pela criatividade das minhas professoras que nos ensinavam através de jogos, músicas e afins.  Desde sempre tive facilidade em aprender outras línguas, falar mesmo, direito, não são tantas, mas me viro bem se precisar em alguns países….dá para não ficar com fome!

Essa frase “an apple a day keeps the doctor away” (algo como : “uma maçã por dia mantém o médico afastado de você”) além de ter uma sonoridade gostosa é uma verdade.  A maçã, de preferência orgânica por favor, além de linda e perfumada, traz inúmeros benefícios para os que a consomem.

Segundo o site Boa Forma:

“A maçã é composta por um conjunto de substâncias que previnem a formação de radicais livres.
Além de viver mais e com qualidade, as vantagens desta fruta são: reduz a chance da pessoa ter câncer de pulmão, mama, próstata, doenças cardiovasculares e até mesmo asma.
Isso tudo porque ela possui:
. quercitina, substância com alto poder antioxidante,
. vitaminas A, B1, B2, niacina, C
. sais minerais, especialmente, potássio, fósforo, magnésio, enxofre, cálcio, sódio, silício e ferro.
Ela ainda contém 85% de água e 63,20 calorias em cem gramas. O ideal é consumir uma por dia.
Acha que acabou? Pois, anote aí.
. A maçã é excelente para o cérebro, porque contém ácido fosfórico em forma facilmente digerível;
. contribui para um sono tranqüilo, impede a formação de cálculos, evita a indigestão, previne a infecção da garganta;
. depura o sangue, por conter ácido málico, limpa o trato vocal, boca, faringe e favorece uma voz com melhor ressonância.
Ela também é ótima para prevenir ou manter a taxa de colesterol em níveis aceitáveis, com a ingestão de uma maçã por dia.”

Mais informações sobre essa deliciosa fruta aqui e aqui.

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Estas lindas maçãs vieram lá de São Joaquim, SC, onde meus pais moram, e são do tipo Gala, cuja colheita começa em fevereiro e vai até final de março.  Neste site há várias informações sobre o cultivo da maçã no município.  Vale a pena ir até lá para conhecer as maravilhas do lugar e experimentar as maçãs no pomar. O perfume é incrível!

Pizza com massa de ervas frescas

20 nov

Cornmeal pizza dough with fresh herbs

Esta receita me chamou a atenção na hora, fiquei com água na boca para experimentar, ainda mais sendo pizza pontilhada de verdinhos!

Fiz no final de semana e rendeu bem, duas pizzas retangulares, aproximadamente 20cmx40cm cada e duas redondas pequenas de 20cm de diâmetro.  Usei uma retangular e uma redonda e congelei as outras duas já pré-assadas.  Na hora de fazer coloco direto do freezer para o forno numa forma com um fiozinho de azeite embaixo e o recheio que escolher.

A receita original é do lindo e delicioso blog da Lien, uma simpática holandesa amante da Itália.  Ficamos amigas através dos eventos do Bread Baking Day e sempre trocamos figurinhas.  Vale a pena dar uma chegadinha por lá, muitas das receitas têm tradução para o inglês e as fotos são de dar água na boca!

Pizza com fubá e ervas frescas

(para 4 pizzas redondas grandes)

580 g trigo

100 g fubá

1 1/2 colher (chá) sal

2 colhers (chá) de fermento seco para pão

5 colheres (sopa) de azeite

360-400 g água morna

10 g ervas frescas (usei manjericão, tomilho, hortelã e orégano) cortadinhas

Numa tigela grande coloque as farinhas, sal e fermento e misture bem.  Adicione o azeite e incorpore.

Junte as ervas e vá adicionando água para sovar até que a massa fique elástica.

Coloque numa tigela untada com azeite, cubra com plástico filme e deixe crescer por  45-60 minutos até que dobre de volume.

Divida a massa em quatro ou na quantidade que quiser.  Abra com rolo ou com as mãos, eu usei o rolo.

Unte um pouco as formas e disponha as massas abertas e deixe “relaxar” um pouco. 

Leve para pré-assar.  Em forno médio para baixo até que a massa comece a endurecer. 

Retire do forno e coloque o recheio que for do seu gosto.  Uma das que fiz foi de peito de peru defumado, azeitonas pretas, cebola e orégano com muçarela.  A outra foi de fatias finas de abobrinha italiana com casca com alho também fatiado finamente, orégano e muçarela.

Asse em forno quente ou numa pedra de pizza até que o queijo derreta e a parte de baixo da pizza esteja dourada.

Delícia!!!