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Caipirinha de limão cravo e tomate de árvore

10 dez

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Com o calor que tem feito por aqui estamos na fase das experimentações com caipirinhas, de várias frutas: pitanga, caju, abacaxi, mexerica e recentemente a de limão cravo e tomate de árvore!

Esta última foi um sucesso no almoço de domingo! Assim que soube de uma amiga que tinha provado num restaurante contei para minha mãe e ela se empolgou, já que a árvore de tomates dela está de vento em popa!

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Foi a campeã do domingo! Fica super refrescante e saborosa! Esta foi a maneira que a mamma fez:

Caipirinha de limão cravo e tomate de árvore

(1 copo)

1 tomate de árvore (sem casca)

1 limão cravo

1 dose de cachaça boa

1 colher (sopa) de açúcar (ou á gosto)

gelo à gosto

Num copo de boca larga desmanche com um socador o tomate e misture com a cachaça e o açúcar. Acrescente o limão, mexa bem esmagando e prove. Junte gelo picado e sirva!

 

Bolo de pecan, melaço e bourbon

9 out

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Apesar do sumiço por estas bandas tenho cozinhado e testado algumas delícias…esta é uma delas.

Assim que coloquei os olhos na foto desse bolo e li a receita fiquei totalmente obcecada para experimentar.  Dei uma indireta (?) para minha mãe e mostrei a ela a receita, foi batata, ontem fizemos a maravilha! A 6 mãos, já que meu Galego também ajudou! Uma farra na cozinha!

Fica difícil tentar explicar o que é o sabor dessa iguaria, as pecans dão um toque para lá de especial e a calda de bourbon tira o fôlego e te dá ideias não muito publicáveis por estas paragens… Maravilhoso, só isso que posso dizer. Há tempos não comia um bolo que caísse nas minhas graças assim! E a calda…ai, a calda… Ficará deliciosa sobre bananas assadas e sorvete, sensual sobre uma tartelete de nozes e macadâmias, de suspirar sobre um bolo de banana…ainda bem que rende bastante e dá para experimentar em outros pratos!

É um bolo com cara de festa, tem jeito de bolo de Natal e fizemos na segundona…quer coisa melhor? Corre lá e vai experimentar, tenho certeza que irá entrar no seu top 10! A receita veio do Gastrolândia, que tem muita coisa boa e interessante.

A receita é essa, como está no site, só diminuí um pouco a quantidade de açúcar na massa e usei creme de leite de caixinha, que era o que havia em casa.

Bolo de pecã, melaço e bourbon

(xícara 240ml)

Ingredientes para o bolo:

  • 3 1/4 xícaras farinha de trigo peneirada
  • 2 colheres de chá de fermento em pó
  • 3/4 colher de chá de sal
  • 1 xícaras de açúcar (usei 1/2 xícara)
  • 1 xícara de açúcar mascavo
  • 1 xícara de manteiga sem sal, em temperatura ambiente
  • 1 colher de chá de extrato de baunilha
  • 4 ovos grandes
  • 1 1/2 xícara de leite integral
  • 1 xícara de pecãs, torradas, picadas finamente
  • 1/4 xícara de xarope de milho (Karo e afins)
  • 1/4 xícara de melaço de cana (encontrado na prateleira de produtos naturais do supermercado)
  • 1/2 colher de chá de bicarbonato de só

Ingredientes da calda:

  • 2 colheres de chá de água
  • 1 colher de chá de bicarbonato de sódio
  • 2 xícaras de açúcar
  • 1 xícara de creme de leite fresco (usei de caixinha mesmo)
  • 1 xícara de manteiga sem sal
  • 2 colheres de chá de xarope de milho
  • 2/3 copo de bourbon

Modo de preparo do bolo
Pré-aqueça o forno em temperatura média. Unte com manteiga uma assadeira média com furo no meio.

Em um tigela, coloque a farinha de trigo, o fermento e o sal.

Em outra, bata com batedeira o açúcar normal e o mascavo, a manteiga e a baunilha até se tornar uma mistura cremosa.

Incorpore os ovos, um por vez. Jogue dentro desta tigela, aos poucos, a mistura de farinha de trigo, alternando com o leite.

Coloque metade desta massa na forma untada. Em outra tigela, coloque as pecans, o xarope de milho, o melaço e bata, com batedeira, até misturar bem.

Incorpore o bicarbonato. Jogue essa mistura na metade restante da massa e bata, novamente.

Coloque delicadamente sobre a massa já na forma. Asse em forno médio por cerca de 45 minutos ou até inserir um palito de fósforo no centro do bolo e este sair seco.

Modo de preparo da calda
Misture 2 colheres de chá de água eo  bicarbonato de sódio em uma tigela pequena e mexa até dissolver. Numa panela, coloque o açúcar, a manteiga, e o xarope de milho e leve ao fogo alto — mexendo sempre — até que o açúcar e a manteiga derretam. Reduza o calor, adicione a mistura de bicarbonato e ferva, sem esquecer de mexer, até que vire uma calda espessa e dourada (cerca de 8 minutos). Retire do fogo, adicione o creme de leite e o bourbon.

Assim que o bolo esfriar, desenforme-o em um prato e coloque a calda quente sobre ele. Deixe esfriar antes de comer.

Dos deuses!!!!

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O forno da minha mãe é muito quente e não assou o bolo por igual, mas isso em nada interferiu no sabor divino! E com o passar dos minutos a calda vai ficando mais espessa e mais apetitosa!

Pastiera di Grano, antes, durante e depois da Páscoa…

24 abr

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Uns dias antes da Páscoa meus pais ganharam um pedaço de uma Pastiera di Grano, uma torta preparada na Páscoa, típica de Nápoles, Itália. Experimentei e adorei! Já tinha ouvido e lido a respeito mas a torta me parecia muito elaborada e ainda não tinha me animado a testar alguma receita.

Depois de provar a torta eu e minha mãe ficamos encantadas e passamos um bom tempo confabulando sobre sua origem, ingredientes, etc… Acabei me encantando pela receita da Carla Maicá, do maravilhoso blog  Cucina Artusiana, que me pareceu perfeita. Fiz duas alterações, usei casquinhas de mexerica cristalizadas no recheio e tive que tirar um pouco do trigo para caber na minha forma. 

A torta exige preparação, então não dá para fazer de última hora, mas é tranquilo.  Recomendo muito!!! Experimentem essa maravilha! E não só para comer na Páscoa…

Tradicionalmente preparada pelas donas de casa napolitanas para presentear os amigos e familiares na Páscoa, essa torta celebra a chegada da primavera e apesar de rústica  é saborosa e muito especial.

Quer saber mais sobre esse doce, leia aqui.

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Pastiera di Grano – Torta Napolitana de Páscoa (receita bem pouco adaptada do Cucina Artusiana)

Ingredientes
Trigo
250 gramas de trigo integral (em grãos) deixados de molho por 3 dias
01 litro de leite integral
Massa
250 gramas de farinha de trigo
02 gemas
75 gramas de açúcar
60 gramas manteiga sem sal
½ xícara de água fria
½ colher (sopa) de canela em pó
Creme
02 gemas
75 gramas de açúcar
250 ml de leite integral – Use o leite que foi cozido o trigo
35 gramas de farinha de trigo
Casca ralada de 01 limão
01 colher (chá) de essência de baunilha
Ricota
500 gramas de ricota fresca sem sal
03 ovos inteiros
03 gemas
400 gramas de açúcar
01 colher (chá) de canela em pó
01 colher (sopa) de Cointreau (licor de laranja)
01 colher (sopa) de essência de baunilha
Açúcar de confeiteiro para polvilhar                                   
2 colheres de casquinhas de mexerica cristalizadas (em pedacinhos)


Preparo

Cozinhe o trigo em água nova por 40 minutos. Escorra, junte o leite e leve ao fogo baixo, mexa algumas vezes para não grudar no fundo da panela. Cozinhe até ficar macio, aproximadamente 1 hora. Retire metade do leite do cozimento e utilize este leite retirado para fazer o creme.

Bata todos os ingredientes da massa no processador até obter um composto homogêneo. Faça uma bola com a massa, enrole com filme PVC e leve ao refrigerador por 40 minutos. Passado este tempo abra a massa com espessura de 2 centímetros e coloque sobre o fundo e bordas de uma forma de 25 centímetros com aro removível. Leve novamente ao refrigerador até a hora da montagem.

Para o creme bata bem as gemas com o açúcar. Acrescente o leite e a farinha de trigo. Misture bem, leve ao fogo baixo, junte a casca de limão e mexa até começar a engrossar. Adicione a baunilha e passe por uma peneira.

Amasse a ricota e reserve. Bata os ovos e as gemas e o açúcar. Junte a ricota e misture. Acrescente os outros ingredientes e misture bem.

Pré aqueça o forno a 180º C.

Em uma tigela grande coloque o creme de ricota, o trigo e o creme. Misture bem e despeje sobre a massa. Asse por aproximadamente 02 horas, até a superfície dourar. Desligue o forno e deixe a torta esfriar lá dentro. Sirva em temperatura ambiente polvilhada com açúcar de confeiteiro.

Observação do Mangia: minha forma de fundo falso não é muito alta, então tive que tirar 1 1/2 xícaras do trigo já cozido na hora de misturar com os outros ingredientes para assar…ou não caberia na forma. Usei para fazer pão.

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Pavlova de aniversário

23 nov

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Semana passada foi aniversário da minha mãe, houve um almoço para comemorar e me ofereci para fazer o bolo.  Ela então me surpreendeu e pediu uma Pavlova!

Com o calor que está fazendo por aqui e a safra de amoras a todo vapor foi uma escolha super acertada.

A sobremesa é muito leve, fácil de fazer e claro, deliciosa!  A receita que segui foi a da Donna Hay, australiana que gosto muito e que ao meu ver tem receitas fáceis e saborosas. 

Anna Pavlova, uma bailarina russa que visitou a Austrália e a Nova Zelândia nos idos de 1920, encantou os dois países e a linda e saborosa sobremesa foi uma homenagem à dançarina.  Não se sabe ao certo qual dois dois países foi o criador do prato, há quem forneça evidências nos dois lados, mas o que realmente importa é que é leve e deliciosa.

Se a receita for seguida de acordo com as explicações não tem erro, pode fazer que dá certo.

Depois que fiz e experimentamos, ficamos apaixonados, que delicadeza e textura especiais! Vou fazer outras muitas vezes, quem sabe em porções individuais? Ou com recheio de frozen iogurte? Hummmmm!

Pavlova (retirado daqui e ligeiramente adaptado)

  • 150ml claras (approximately 4 eggs) em temperatura ambiente
  • 220g açúcar de confeiteiro * (bata o açúcar cristal ou refinado no liquidificador e terá o mesmo efeito)
  • 2 colheres (sopa) de amido de milho peneirado
  • 2 colheres (chá) de vinagre branco * usei de maçã
  • 1 colher (café) de extrato de baunilha
  • 1 colher (café) de raspas de limão (zest)
  • 250ml de creme de leite fresco gelado
  • amoras pretas (inteiras e cortadas também)
  • morangos cortados em quatro

  Pré-aqueça o forno a 150°C.

  Todos os utensílios a serem utilizados devem estar muito limpos e secos, caso contrário o resultado pode ser comprometido.

   Forre uma assadeira com papel vegetal e desenhe com lápis um círculo de 18/20 cm de diâmetro.

  Coloque as claras na tigela da batedeira e ligue na velocidade média até que forme picos. Aos poucos vá colocando o açúcar às colheradas, batendo bem, até que fique com a consistência dura e comece a brilhar.

  Junte o amido de milho, as raspas de limão e o vinagre e com um fuet ou uma espátula misture delicadamente só até combinar.  Coloque a mistura sobre o papel vegetal (ou manteiga) já sobre a forma e forme um “monte” de 18/20 cm de diâmetro, deixando a parte de cima mais lisa.

Reduza a temperatura do forno para  120°C  e asse por aproximadamente 1 h e 20 minutos. Desligue o forno e deixe a Pavlova esfriar completamente lá dentro.

  Se não for ser consumida logo, a Pavlova pode ser guardada até 5 dias num container hermético sem o recheio de creme e frutas.

Pavlova(assada sem o recheio)

  Para servir logo: bata o creme de leite fresco até formar o chantilly com 2 colheres de açúcar de confeiteiro ou refinado (conforme instruções da embalagem) e o extrato de baunilha.  Com cuidado quebre a parte de cima da Pavlova (com cuidado senão os lados podem se partir e aí não ficará tão bonita!) e coloque o chantilly. Cubra com as frutas e sirva imediatamente. Serve de 8-10 porções.

* O ponto do merengue em picos e brilhante é atingido ao ter triplicado o volume da mistura.  Outra dica é segurar as pás da batedeira de cabeça para baixo e o merengue não cair, formando picos duros.

* A baixa temperatura do forno faz com que o merengue cresça e o longo cozimento o seca tornando a casca crocante.

* Da próxima vez vou experimentar esquentar um pouco as claras antes de bater, como se faz com suspiros, acho que a consistência fica melhor.

* A receita original usa polpa de maracujá e morangos, mas há outras milhares de combinações de frutas, kiwi, tangerinas, banana, framboesas, manga, abacaxi, mirtilos…fica a seu critério.

Veja um vídeo da execução da receita aqui .

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Quiche de tomates e cebolas com gostinho francês…

26 ago

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Esta quiche foi inspirada num telefonema da minha irmã mais nova, Maria Rosa, ela e o marido são vegetarianos e ela havia feito esta receita para o jantar… Da França para o Brasil, fiquei com água na boca e resolvi fazer para nós também, simples, saborosa e muito fácil!

Esse verdinho decorando é tomilho-limão, uma erva muito perfumada e saborosa, nativa do mediterrâneo, que agora também habita minha horta! Tenho o tomilho-limão e aquele tipo mais comum, mas há vários tipos, leia mais aqui!

Essa quiche pode ser servida ainda morna ou fria, dependendo da sua vontade e tempo! Para levar a um almoço ou piquenique, fica deliciosa com uma salada de folhas e um grelhado!

A receita da massa é a que minha mãe nos ensinou e a base do recheio também, o que mudam são os ingredientes do recheio. Eu não uso creme de leite pois acho que o iogurte deixa a quiche mais leve.

Quiche de tomates e cebolas

Massa: 180g de manteiga em temperatura ambiente,, 1 colher (chá) de sal,  1 colher (sopa) de água gelada e aproximadamente 2 xícaras de trigo (pode ser que precise um pouco mais)

Misture os ingredientes com as mãos até que esteja uma massa homogênea. Pode ser feita no processador colocando-se os ingredientes e pulsando até que estejam bem misturados.  Forre os fundos e as laterais de uma forma de fundo falso de 25cm.  Com um garfo faça furinhos na massa e leve para pré-assar até que comece a dourar, a massa deve estar firme. Lembre-se que ainda vai assar com o recheio então não deixe dourar muito.

Recheio: 4 tomates grandes italianos bem maduros sem sementes e cortados no comprimento, 3 cebolas médias em rodelas, 3 ovos grandes inteiros, 4 colheres bem cheias de parmesão ralado, sal, 200ml de iogurte natural e páprica doce para decorar (ou coloral)

Bata as claras em neve e reserve. Misture numa outra tigela as gemas, iogurte, sal, os tomates e as cebolas. Junte esta mistura às claras em neve, mexendo delicadamente. Coloque sobre a massa pré-assada, polvilhe a páprica  e leve novamente ao forno para dourar.

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Espere amornar um pouco, desenforme com cuidado para não quebrar as laterais.  Eu uso a estratégia de colocar a forma sobre um vidro para que as laterais saiam mais facilmente. Assim como na foto. A base da forma fica intacta com a quiche.

Eu não tinha outro queijo  então usei parmesão ralado, mas essa quiche fica deliciosa com queijo fontina, provolone ou mesmo muçarela em pedacinhos no recheio.

Guarde na geladeira em recipiente fechado.

A razão do meu sumiço…

1 jul

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Cinco dias depois do meu último post por aqui minha pequena nasceu, super querida, esperada e programada!
Difícil descrever a emoção de ver aqueles olhinhos cor de jabuticaba olhando para mim…não é a primeira vez, já que tenho um príncipe que semana que vem fará seis anos, mas cada experiência é única e essa foi para lá de especial.

Não consegui postar nada durante os três primeiros meses dela, além do nascimento e cuidados com um bebê, tivemos que nos ajustar a uma nova casa, cidade e estado! Os cuidados com o maior também, já que além de mudar de casa, escola e cidade, ele recebeu uma irmã, e vai entender o que isso significa. Beijos e abraços a todo momento, mas e a atenção dos pais e por que não dizer, do resto do mundo, que só quer saber daquele bebezinho que chegou!

Graças a Deus estamos super bem, nos adaptando as mudanças várias que ocorreram e aprendendo a conviver com as novidades.

Estamos morando em casa, até que enfim, depois de ter vivido e crescido numa casa grande a vida inteira, tive que morar em “apertamento” até abril…e agora temos espaço, o pequeno pode pular e correr e temos uma horta! Depois coloco fotos!

Enfim, estamos muito felizes, só para terem uma idéia… minha vista da janela da cozinha…

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Até breve! Tenho várias receitas para postar, inclusive com cítricos, que estão no auge da delícia e beleza!

Babadores feitos em casa…

23 fev

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(clique nas fotos para ampliá-las)

Nossa, quase um mês sem aparecer por aqui… as coisas têm acontecido uma em seguida da outra e quando vejo o dia  já se foi e não consegui postar nada, apesar da vontade!

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Esses babadores já estavam há tempos na minha lista de artesanato para fazer, mas como não tinha máquina de costura ficaram à espera… Agora ganhei uma máquina da mãe do marido e é ótima! Como os bichinhos que postei aqui,  fazem parte de uma nova etapa das artes, as costuras. Ainda estou engatinhando, mas é tão gostoso ver que pedacinhos de pano tomam vida!

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O molde da maioria deles é o mesmo, só mudei os tecidos, em alguns fiz a parte de baixo de uma camiseta de malha branca, que achei que absorveria melhor os líquidos, noutro usei um pano de prato novinho para ser a parte de cima. Em outro emendei alguns panos e depois recortei na forma do babador. Enfim, o gostoso é deixar a imaginação te levar. E me arrisquei até em fazer apliques, como o sorvete e a letra.

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Se quiser se aventurar o molde está aqui, e posso garantir que até para quem não sabe costurar direito (como eu) é fácil. Usei botões de pressão para fechar os babadores, mas confesso que deveria ter colocado os de metal, achei que os de plástico são meio frágeis…pelo menos acho que é melhor do que velcro, que pode prender no cabelo da criança.

Costurei os panos pelo avesso deixando uma abertura (no molde já está marcada) para virar ao lado direito. Depois passei uma costura na volta toda para arrematar bem e fechar a abertura. Levei a um armarinho para colocar o botão de pressão e pronto!

Essa coleção aí em cima tem um destino muito especial, vai para uma princesa que chega em casa até abril…pois é, agora vem uma menina para nos alegrar!

Vou tentar ser mais assídua por aqui, mas não posso garantir nada…depende dela, ok?

Beijos e depois me contem se fizerem o babador!