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Que bela sopa! De mandioca com carne…

12 abr

abril10 024

A música da Adriana Calcanhoto, Canção da Falsa Tartaruga, fala sobre uma sopa de osso com aveia…e me vem sempre à mente quando estou pensando em fazer uma sopa. Para aqueles que não conhecem (eu tenho filho pequeno…) dêem uma olhadinha aqui

Essa receita é uma delícia, aprendi com minha mãe que por sua vez aprendeu com um primo dela…dica de família.  Um creme de mandioca com carne moída ou picada bem pequenininha.  Super reconfortante…própria para esse friozinho outonal.  Foi o cardápio de sábado à noite.  Fiz umas torradinhas de pão francês com azeite e orégano…hummmm!

Sopa de mandioca com carne moída

Numa panela de pressão coloque 4 xícaras de mandioca picada crua, cubra com água, junte um cubo de caldo de carne, alho e cebola à gosto e 380g (aproximadamente) de carne moída crua (usei patinho desta vez). Depois que pegar pressão, abaixe o fogo e conte 30/35 minutos.  Desligue, espere esfriar para abrir e veja se a mandioca está cozida.  Corrija o sal e deixe ferver um pouco sem a pressão, para a mandioca desmanchar.

Na hora de servir salpique cheiro-verde picado e queijo parmesão ralado.

* Desta vez fiz diferente: a mandioca que eu tinha já estava cozida e congelada.  Fiz um bom refogado com a carne, coloquei 3 colheres sopa de molho de tomate caseiro, sal e deixei pegar gosto. Reservei. Na panela de pressão coloquei a mandioca já cozida (descongelada) e cobri com água. Coloquei o cubo de caldo de carne e deixei tomar pressão por uns 15/20 minutos.  Desliguei, deixei esfriar, abri e fiz um creme usando o mixer.  Juntei a carne já refogada e deixei ferver um pouco sem a pressão. Servi com o cheiro-verde e o queijo ralado.

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Caldo Verde

23 jun

Caldo Verde blog

Depois de todas as estravagâncias cometidas por mim no encontro de sábado resolvi que precisava fazer uma sopinha para aliviar o corpo de tanto açúcar e gordura.

O Caldo Verde é provavelmente a sopa que se fazia mais em casa quando estávamos todos morando juntos.  Infelizmente não éramos muito fãs de sopas, olhe lá uma canjinha, mas a gente vive e aprende a dar valor às coisas boas. Agora adoro e quero passar ao meu filhote o quanto é reconfortante e saborosa uma sopa…pena que não foi desta vez que ele provou…

Talvez seja a sopa mais famosa de Portugal, e muito apreciada também aqui no Brasil desde a colonização.

A única coisa diferente que fiz foi rasgar as folhas de couve em pedacinhos e não cortar em tiras, aprendi assim com a minha mãe.

Para duas pessoas usei as seguintes medidas:

Descasquei e cortei 3 batatas médias em cubinhos, coloquei numa panela e cobri de água até que ficasse uns 2 dedos a mais de líquido.  Juntei 1/2 línguiça portuguesa sem pele picada em cubinhos também e deixei cozinhar a batata até ficar mole, sem sal na água.

Retirei a linguiça e reservei, também a batata bati na batedeira com um tiquinho do caldo para fazer purê.  Voltei tudo na panela com o líquido do cozimento.  Fiz um bom refogado com azeite (usei o tempero da Nonna) e acrescentei à sopa.  Corrigi o sal e deixei dar uma fervida para incorporar os sabores.  Uns 4 ou 5 minutos antes de servir juntei a couve e servi com torradinhas de manteiga de manjericão picado.

 

Schorni – Dia Mundial do Macarrão (World Pasta Day)

25 out

wpd

sopa schorni

(English please scroll down) 

Esta é minha participação no evento em que me aventurei a hospedar no Mangia che te fa bene, espero sinceramente que gostem tanto como minha família! Fiquei pensando e pensando em que receita eu gostaria de dividir neste 25 de outubro: Dia Mundial do Macarrão (World Pasta Day).  Não queria nada muito rebuscado, acho que macarrão é um prato tão completo e especial que deve ser preparado de maneira simples, cada ingrediente na medida certa para não ofuscar o outro.

Quem me ensinou este tipo de Pasta foi uma tia-avó, a tia Vilma, ela era casada com um primo da minha avó e aprendeu a falar italiano e cozinhar pratos típicos com a sogra que não falava uma palavra em português.  A sogra, tia Emma, veio da Itália para o Brasil morar com o filho mais novo que havia emigrado muito jovem.

Tia Emma era irmã da minha bisavó, mas esta receita não era conhecida na família até que a tia Emma viesse para o Brasil.  Já velhinha, depois de ficar viúva, resolveu que não queria mais ficar longe e veio se aventurar em terras brasileiras.  Morou com minha tia Vilma e lhe ensinou maravilhas na cozinha, dentre elas este tipo de massinha que é uma delícia, simples, versátil e diferente.

O nome Schorni foi ensinado por tia Emma, mas ela não deixou receita escrita, então supomos que a grafia é desta forma, desculpem-me se cometo algum grande erro gráfico, mas tentei de todo jeito procurar e não obtive sucesso, não sei se é derivado de dialeto de sua região local: Firenze, Itália.

O preparo é assim:

  1. Bata três ovos médios (usei caipira) e acrescente aproximadamente ¾ xíc. de queijo ralado (pode ser parmesão, provolone ou queijo curado). Usei um parmesão mais firme.  Não acrescentei sal pois o queijo já era salgado.  schorni1
  2. Misture bem e com um garfo vá jogando fios dessa mistura sobre farinha de trigo disposta em uma tigela ou bacia grande.  Cuidado para não usar pouco trigo e a mistura grudar na tigela.  schorni2
  3. Desordenadamente mesmo o trigo irá envolver a mistura de ovo e queijo e com as mãos faça grumos de massa.  Repita várias vezes esse processo até que não reste muito trigo.  schorni3
  4. Cuidadosamente mexa com as mãos até que os grumos fiquem de tamanho pequeno e se separem, ficando soltos uns dos outros.

 schorni4 

    5.   Se necessário acrescente mais trigo na tigela até acabar com toda a mistura de ovo e queijo. 

    6.   Repita a etapa número 4.

    7.  Com uma peneira grande peneire os grumos de Schorni para retirar o excesso de trigo e os disponha em uma toalha grande ou assadeiras de modo que fiquem bem espalhados.  schorni6

O Schorni pode ser usado imediatamente ou seco para guardar.  Como não estava sol e o ovo é um alimento muito perecível, resolvi deixar secar um pouco e congelei em um saco hermético o que não usei para a receita da sopa.

Os grumos congelados ficam soltinhos dentro do saco e podem ser jogados na quantidade desejada diretamente sobre o caldo ou água quente.

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 Rendeu 500g de Schorni. 

O Schorni pode ser usado em sopas ou como massa cozida, cresce um pouco após o cozimento e pode ser comido com molhos variados como macarrão mesmo ou até com um simples e delicioso molho de sálvia e manteiga. Para comemorar o World Pasta Day (Dia Mundial do Macarrão) não me contentei em somente fazer a massa (foi feita a 4 mãos, minha mamma estava na coordenação do processo!) mas também uma sopa, já que a noite ontem estava fria e chuvosa, própria para este prato que esquenta a alma.  Servi com Ciabatta e Pão de Provolone acompanhados de um vinho tinto seco.  Aprovadíssimo! 

Sopa de Schorni

Faça um bom caldo de frango (utilizei frango caipira, aproximadamente 1,5k) com alho, cebola, sal e cheiro verde.  Coa o caldo e cozinhe batatas, cenouras e chuchu em cubinhos com a carne do frango já desfiada.  Quando os legumes estiverem cozidos acrescente o Schorni e deixe cozinhar até que a massa esteja mole mas não desmanchando.  A quantidade de Schorni depende do número de comensais e de quão espessa você vai querer sua sopa, cuidado para não colocar demais ou absorverá muito caldo. Cozinha muito rápido. 

 *************ENGLISH VERSION****************

 World Pasta Day: Schorni 

This is my entry for the event I put myself hosting at Mangia che te fa bene and I sincerely hope you enjoy it as much as my family does! I was wondering and wondering what kind of recipe I would share with you on this October 25th:  World Pasta Day.   I did not want anything fancy, for me pasta is a very complete and special dish, should be fixed in a simple way, each ingredient in the right amount so it won’t overcome the others. 

My great-aunt Vilma taught me this Pasta recipe, she was married to my grandma’s cousin and learned to speak Italian and cook typical dishes with her mother-in-law, who doesn’t knew a word in Portuguese.  The mother-in-law, Aunt Emma, came from Italy to Brazil to stay with her younger son who emigrated very young.  Aunt Emma was my great grandmother’s sister, but this recipe came into our knowledge just when she arrived from Italy. 

After becoming a widow and already an old lady she decided not to stay so far away and came to Brazil.  Lived with my Aunt Vilma and taught her wonders of Italian Cuisine, one of them this type of Pasta, delicious, simple and versatile. Aunt Emma taught the name Schorni, but since she did not leave the written recipe we suppose this is the way to write it.  I am sorry if a graphic error is committed here but I tried to find the name origin and wasn’t successful at all.  Maybe it’s the local name on the region they came from: Firenze, Italy. 

This is how it’s fixed:

  1. Beat three medium eggs (I used organic) and mix with ¾ cup of grated cheese (it can be Parmesan, Provolone or a hard cheese). I used hard Parmesan and did not put salt for the cheese already was salted enough. 
  2. Mix well and with a fork throw little by little this mixture over white flour in a large bowl.  Do not be cheap on the flour quantity or the mixture will stick to the bowl. 
  3. The flour will absorb small amounts of the eggs and cheese mix and with your hands make little Pasta pieces (bits).  Repeat over and over this step until there is not much flour left. 
  4. Carefully use your hands to separate the Pasta bits and make them single units.
  5. If necessary put more flour in the bowl until the eggs and cheese mix finishes. 
  6. Repeat step number 4.
  7. Put the Schorni in a large sifter and sift the excess flour.  Lay the Schorni on a big towel or baking pans to dry out in a way they are very well spread.

Schorni can be used immediately or dried and stored or frozen.  Yesterday wasn’t warm and sunny and I got a little concerned about the eggs in the mix, so I decided to let them dry for a while and froze in a hermetic bag the uncooked amount left after fixing dinner.

The frozen bits of Schorni became very loose inside the bag and can be put directly in the hot stock when making soup or boiling water to prepare as Pasta.

This recipe yielded 500g Schorni.

Schorni can be used in soups or as cooked Pasta, it puffs a little bit after cooking and can be eaten with different sauces, even a simple Sage and Butter one.To celebrate World Pasta Day I did not only wanted to fix the dough (made by my mom and I) but also a soup using it, since yesterday was a cold rainy night and this dish suited very well the occasion, warming our souls.  I served with Ciabatta and Provolone Bread with a dry red wine. Everyone loved!

Schorni Soup 

Make a chicken stock (I used organic chicken, weighing almost 1,5 k) with water, garlic, onion, salt, green onion and parsley.  Remove the solids and cook some potato, carrots and mirliton cut in small cubes with the chicken meat already separated from the bonescxfc .  When the vegetables are done throw the Schorni bits and simmer for a while until it cooks, soft but not overcooked.  The amount of Schorni will depend on how thick you want your soup, but be careful not to put too much or it will absorb the stock. It cooks in a blink of an eye.

Bombinhas de queijo e ervas brilham na mesa!

30 ago

Bombinhas de queijo e ervas

Com o friozinho de volta à nossa terra da garoa (que não tem garoa faz tempo!) resolvi fazer uma sopita para esquentar.  Tinha abobrinhas recém compradas na feira e bem tenras. Piquei um talo de alho porró (parte branca) ao meio e depois em meias-luas, refoguei com azeite na panela de pressão com Tempero da Nonna e acrescentei os pedaços de 3 abobrinhas médias (para pequenas) sem casca.  Cobri com água e deixei ferver por 7-10 minutos depois que a panela começou a chiar.  Bati com mixer dentro da panela mesmo, acrescentei 2 colheres de sobremesa de pedacinhos de paio e deixei apurar o sabor.  Verifiquei o sal, acrescentei um pouquinho de maisena para encorpar e meia caixinha de creme de leite.  Mas as estrelas da festa foram as bombinhas que fiz para acompanhar a sopa, gente do céu, que dica mais deliciosa, mais mimosa e mais genial da Luna!  Amei e vou fazer várias outras vezes, mudando o queijo, as ervas e até acrescentando talvez outras coisas para mudar o sabor.  Até como petiscos para uma reunião ou festinha serão sucesso garantido!  Com queijo Cheddar deve ficar um must!!!Fiz conforme a receita original mas só metade pois vi que o da Luna rendeu 100 unidades, a minha rendeu 25 mas creio que as dela devem ter sido bem pequeninas e graciosas (com certeza é mais cuidadosa do que eu).  Mudei algumas coisas, segue a receita inteira:

Bombinhas de queijo e ervas

1 xícara de água
1/3 de xícara de margarina (usei manteiga)
1 xícara de farinha de trigo
1 colher (chá) de sal
4 ovos
3/4 de xícara de queijo prato (ela usou coalho e eu provolone) ralado grosso (e uma colher (chá) de gorgonzola desmanchado)
4 colheres (sopa) de cebola picada
Ervas a gosto (ela usou salsinha e alecrim, usei tomilho-limão e manjerona secos)

Aqueça o forno em temperatura bem alta (220°). Unte levemente duas assadeiras grandes (se for anti-aderente não precisa). Aqueça a água com a margarina numa panela até que levante fervura. Junte a farinha e o sal de uma só vez e mexa vagarosamente em fogo baixo até que a mistura forme uma bola (em mais ou menos 1 minuto).
Retire do fogo e coloque na tigela da batedeira. Junte os ovos e bata bem, até a massa ficar lisinha (fica um pouco grudenta). Acrescente o queijo, a cebola e as ervas e mexa bem com uma colher. Deixe cair as colheradas de chá (ou faça as bombinhas com um saco de confeitar) sobre as assadeiras. Asse em forno quente de 15 a 20 minutos, até que cresçam e dourem. Sirva quente. Rende mais de 100 bombinhas.
Fiz em saco de confeiteiro mas acho que cortei o bico meio grande, da próxima vez vou tentar com bico pitanga e talvez ralar a cebola para passar sem problemas pelo bico.
Fonte: Recorte sem fonte.

Sopa gratinada de cebolas

2 ago

Sopa gratinada de cebolas

Ontem ainda estava bem frio por aqui e resolvi fazer essa sopa que há séculos não entrava no menu de casa, por mero esquecimento e não merecimento… Como era só para duas pessoas fiz uma quantidade que não queria que sobrasse, meio a olho mesmo, para esquentar os nossos ossos e alma.

Fiz assim: fatiei em rodelas finas 5 cebolas médias e refoguei em azeite com um pouco de manteiga até dourarem.  Quando estavam douradinhas coloquei um pouco de conhaque (mais ou menos 2 dedos) e deixei apurar o sabor (fica divino), coloquei sal e um tempero chamado Lemon Pepper (na verdade a receita original vai só pimenta do reino, mas quis experimentar e achei que ficou muito bom).  Acrescentei caldo de legumes (uns três dedos a mais do que a altura da cebola na panela) e deixei pegar um pouco o gosto. Pode-se usar caldo de carne ou frango.  Engrossei com um pouco de amido de milho e liguei o forno para pré-aquecer enquanto arrumava a tigela que foi ao forno com a sopa.Numa tigela refratária coloquei um pouco de azeite e quatro fatias de pão no fundo (tinha deixado o pão dar uma tostadinha no forno antes) – o melhor pão é o italiano mas não tinha então fiz com um pão de milho delicioso (receita vem logo) que deu um toque interessante ao sabor final da sopa.  Coloquei a sopa em cima das fatias de pão e salpiquei bastante parmesão ralado e umas pitadinhas de gorgonzola.  Fica mais gostoso com um queijo tipo Gruyére ou Ementhal mas a mistura que fiz deu um jeito muito bom.  Levei ao forno para gratinar, fica uma casca de queijo bem dourada e crocante…muuuuuuuuuito bom! 

E acompanhou um vinho argentino tinto seco delicioso: Malbec Oak Aged (Finca Flichman).  Estou aprendendo a apreciar os vinhos secos…e esquentou bem! 

Obs: esta receita foi o resultado de uma fusão de várias que já lemos e fizemos em casa, então não tem uma fonte certa, ok?

English version: I will be taking part in an event called The Second Annual Soup Challenge, here you can read all about it. 

“Onion Grated SoupYesterday it was still cold around here and I decided to fix this soup. It hasn´t been on our menu for ages just because the daily cooking takes place and we seem to fix the same old recipes.  Since it was only to feed two I did cook only the exact amount we use to eat, not following all the directions on the recipe.

This is how it´s done:  chopped the onion in slim slices and sautéd in olive oil and a little bit of butter until golden.  When browned put some cognac (two fingers in the glass) and let cook for a while (it is great!), put some salt and Lemon Pepper (the original recipe calls for black pepper but I wanted to see how this other one would come out, really good! ).  Put some vegetable stock (three fingers upon the onions in the pan) and cook for a little bit.  You can use chicken or meat.  Put a little bit of corn starch and cooked to make it thicker.  Pre-heated the oven and put the soup in an oven proof bowl to gratin.  Before that I put in the bottom of the bowl  a little olive oil and four slices of bread. The best is the Real Italian bread, but since I did not have at home I used a homemade corn bread which gave an interesting country touch to the soup.   Poured the soup over the bread slices and a lot of parmesan cheese with tiny bits of Roquefort (Gorgonzola, Blue Cheese) on top.  I think is is tastier with  Gruyére or Ementhal but my cheese mix worked fine.  Oven until the top is brown, you should gratin the cheese.  Very good!

To drink we had an Argentinian dry wine called Malbec Oak Aged (Finca Flichman).  “

Sopa de Legumes e Queijo para esquentar!

31 maio

Sopa de Legumes e Queijo

Essa receita é outra que copiei do caderno da minha mãe, mais uma delícia que ela coleciona. Infelizmente ela também não escreveu a fonte deste prato maravilhoso, mas não é invenção dela ou minha. Tomei uma sopa parecida quando morava nos Estados Unidos, mas era só de queijo e apimentada, uma receita mexicana que minha mãe hospedeira do intercâmbio fez. À época eu não pedi a receita….shame on me… Com o frio que está fazendo aqui nosso corpo agradece esse carinho. Com um vinhozinho…hummmm! Eu fiz uns pães de queijo para acompanhar já que o marido é fã dos pãezinhos com sopa.

A receita é assim: refogue cebola, alho-porró e salsão picadinhos no azeite e depois adicione 2 cenouras e 2 batatas médias em cubinhos. Deixe os legumes dourarem um pouco e acrescente uma colher de café (cheia) de colorífico para dar uma cor ao caldo. Adicione água até que cubra os legumes e passe uns dois dedos de altura na panela, sal e cozinhe até que os legumes estejam macios. Numa frigideira dourei no azeite couve de Bruxelas cortadas ao meio e cogumelos de Paris cortados em quatro, estes adicionei por conta própria, estavam me namorando na feira e os trouxe para casa. Deixe tomar uma cor e acrescente ao caldo de legumes. Experimente o sal e junte 1 copo de queijo Ementhal, Gruyére ou Cheddar ralado deixando ferver até que o queijo derreta. Eu achei que o queijo que escolhi (Ementhal) não estava muito fresco, pois não derreteu conforme eu esperava, ou da próxima vez vou acrescentar um queijo fundido. Assim que derreter junte ½ xíc. de creme de leite (antes misture bem para que não fique embolotado), salpique salsinha picada e sirva imediatamente acompanhado de croutons. Eu achei que estava meio líquido demais e coloquei um pouco de trigo dissolvido num dedinho de leite para engrossar. Se quiser pode colocar noz moscada ou pimenta do reino ralada na hora.Muito bom! 

Creme de Abobrinha e Batatas com Bolinhos de Arroz

3 maio

creme com bolinhos de arroz

Ontem estava um friozinho aqui e eu sem idéias para o jantar, pensei em descongelar algo e boa…aí minha irmã me disse que faria Creme de Aspargos com pão saído do forno…atiçou as meninas aqui.

Eu não gosto de aspargos, então abri a geladeira para uma expedição arqueológica na gaveta dos legumes, e eis que vi duas abobrinhas médias que já estavam quase vencendo.  Não daria para fazer o creme que pensei, então juntei uma batata grande.  

Fiz assim: refoguei umas colheradas do Tempero da Nonna em azeite e rodelinhas de alho porro (meio talo), uns quadradinhos de bacon e juntei as duas abobrinhas médias em quadradinhos e a batata também e deixei ficar douradinho. Acrescentei água e deixei cozinhar para fazer um caldo. Verifiquei o sal e desliguei quando estava tudo cozidinho.Bati com o mixer na panela mesmo e ficou um creme verde abacate, lindo! Acrescentei a esta delícia duas colheres de sopa de creme de leite e voilá, que jantar delicioso!!!!Como não tinha pão saído do forno resolvi aproveitar uma sobra de arroz cozido e fiz bolinhos para acompanhar a sopa. Outro dia vi uns bolinhos de batata no Sabores da Lica e lembrei dos bolinhos de arroz. Combinaram muito bem.  Amo bolinhos de arroz, eles também me remetem à infância, minha avó sempre fazia e aprendi com ela, apesar de ter adaptado um pouco a receita original.Não gosto de fazer fritura,  a casa fica toda cheirando, mas depois abri as janelas bem e liguei um aromatizador de ambientes com uma essência e deu tudo certo.Os bolinhos são feitos assim: coloque no processador de alimentos duas xícaras de arroz cozido, um ovo grande, alho e cebola e cheiro verde (usei meu super tempero) e um pouco mais de sal.  Coloquei umas duas colheres de sobremesa de leite para bater e vi que precisava de um pouco de trigo para dar liga, usei duas colheres de sopa bem cheias.  Ah, e coloquei umas fatias de peito de peru para picar junto, deu um gostinho bem gostoso!Fritei às colheradas em óleo quente e servi com a sopa.  Eu uso duas colheres de sobremesa para moldar os bolinhos, fica difícil descrever a logística da coisa, mas pego uma boa colherada e depois passo a outra colher na massa e vou moldando como uma bola de futebol americano miniatura, deu para entender??? Well…acho melhor do que moldar na mão e passar no trigo. Rendeu mais ou menos uns 24 bolinhos.Hummmmmmm, delícia!