Arquivo | junho, 2009

Bolo de Banana e Caramelo

30 jun

Bolo de Banana e Caramelo blog

Este é o bolo mais fofo que já fiz e já experimentei! Como se não bastasse tem uma das coberturas mais saborosas e diferentes que conheço, enfim, é um bolo que proporciona algumas reações bem interessantes daqueles que experimentam, dentre “humnnnnnns” e “ahhhhhhhhs” não há quem não se apaixone e fique impassível diante da primeira garfada…

Convencida, eu? Não, o bolo é realmente muito muito bom, vale a pena…e infelizmente não é de minha autoria a receita, mas assim que li numa revista achei que deveria ser muito bom e não me enganei.

Este é o bolo que levei para o encontro com as queridas blogueiras: Mari, Dani, Carmencita, Nana, Helô, Lu e Isa.

Meninas, desculpem a demora, mas não dava para postar a receita sem a foto, acho que fica mais legal assim! Esse é um dos meus tesouros que divido com vocês, espero que gostem!

A receita é da revista Country Living, de maio de 2001, segue a tradução livre com algumas pequenas adaptações minhas:

Banana-Caramel Cake

(usei xícara de 200ml)

Dá para 2 formas redondas de 23cm diâmetro ou uma forma de buraco grande (foi essa que usei).

Massa:

2 1/2 xícara de trigo

2 1/2 colher (chá) de fermento em pó

1/2 colher (chá) de bicarbonato de sódio

1/2 colher (chá) de sal

1/2 xícara de manteiga sem sal amolecida

1 1/4 xícaras de açúcar cristal

2 ovos grandes

1 1/2 colher (chá) de extrato de baunilha

1/2 xícara de buttermilk (use uma colher de sobremesa de vinagre ou suco de limão para talhar o leite – espere 5 minutos para empregar)

1 xícara (aproximadamente 2) bananas bem maduras amassadas

Pré-aqueça o forno a 177ºC. Unte a forma com manteiga, enfarinhe e reserve.

Numa tigela peneire: o trigo, fermento, bicarbonato de sódio e o sal. Reserve.

Em outra tigela maior bata (velocidade média) a manteiga até que fique fofa, mais ou menos 1 minuto. Acrescente o açúcar e bata mais uns 2 minutos.  Junte os ovos, um de cada vez, batendo muito bem após cada adição.  Por último a baunilha.

Reduza a velocidade da batedeira e acrescente os ingredientes secos em 3 etapas, alternando com o buttermilk e as bananas amassadas, começando e acabando com os secos.  Não bata demais, somente o necessário para incorporar os ingredientes após cada adição.

Leve ao forno para assar até que fique dourado ou passe no teste do palito. Deixe amornar por 20 minutos e vire num prato de bolo. 

Se preferir o bolo pode ser cortado ao meio e recheado também, a cobertura rende muito.  Eu prefiro assim só como cobertura e guardo o resto para outro bolo….

Cobertura de caramelo: (assim que resolvi fazer a receita comprei um termômetro culinário, nunca fiz sem. Não é caro e dá para usar em muitas outras receitas.)

3 xícaras de açúcar mascavo (desfaça as pelotinhas antes)

1 1/2 xícaras de creme de leite (uso o de caixinha mesmo)

suco de meio limão (ajustei esta quantidade para meu gosto)

5 colheres de manteiga gelada cortada em pedacinhos

Misture numa caçarola o açúcar mascavo, creme de leite e suco de limão.  Ajuste o termômetro culinário com o clipe na panela e leve ao fogo médio até que chegue a 238ºF/114ºC – chamado de estágio de bala mole.

Remova a panela do fogo e deixe esfriar até que a temperatura chegue a 140ºF/60ºC.  Retire a manteiga da geladeira e coloque sobre a mistura de caramelo. 

Remova o termômetro e bata com batedeira em velocidade média/alta até que o caramelo endureça e perca o brilho ficando opaco, pode demorar de 5 a 7 minutos. A receita original orienta que seja usado imediatamente. Prefiro esperar alguns minutos para que o caramelo endureça mais um pouquinho e não escorra ao ser aplicado no bolo. Mas não espere muito senão a consistência fica muito dura e dífícil de espalhar. 

O que sobra eu guardo em vidro esterilizado tampado.

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O primeiro bolo a gente nunca esquece

26 jun

O primeiro bolo a gente nunca esquece blog

Este foi o primeiro bolo que fiz, isso mesmo, o primeiríssimo, quando deveria ter lá pelos 10 ou 11 anos. Lógico que não poderia ser de outra coisa que não chocolate, já que como toda criança a paixão por esse ingrediente supera em muito as frutas e outros sabores tidos como sem graça nessa idade.

O bolo é bem simples, daquele que se faz a moda antiga, bate-se primeiro as claras em neve, depois a manteiga e o açúcar e por aí vai…sem buttermilk, iogurte ou qualquer coisa diferente que hoje uso para deixar as massas mais leves e saborosas, simplesmente porque naquela época o interesse era pela descoberta da magia de poder brincar de verdade na cozinha. Agradeço muito à minha mãe pela paciência que teve (somos três meninas e todas queriam aprender) e pelo carinho com que sempre nos passou seus conhecimentos e nos alimentou com as delícias que preparou e prepara com tanto amor.

A receita é uma das primeiras do meu caderno, que já não é o original pois já mudei umas duas vezes por achar que a letra estava ininteligível…besteira de adolescente…e foi dada por uma vizinha da minha avó, a d. Clery, que mal sabia do sucesso que esse bolo faria em casa.  Nem sonhava que muitas vezes esse bolo foi a desculpa para chamar aquele “amor platônico” da pré-adolescência para lanchar em casa e dizer que eu havia feito a delícia; quantos lanches com amigas regados a muita risada e segredos…ou então simplesmente para matar a vontade de comer uma guloseima de chocolate no meio da tarde! Momento flaschback!

Sempre assamos em tabuleiro e depois de colocada a cobertura era cortado em quadradinhos milimétricamente corretos para não dar briga…família grande…já viu! Mas hoje em dia prefiro assar meus bolos em forma de buraco, acho que assam melhor e o bolo fica mais bonito.

Este eu fiz para comemorar antecipadamente o aniversário do filhote na escola…ele entrou em férias e como o niver é só em julho quis cantar parabéns com os coleguinhas. Vamos a receita?

Bolo de Chocolate da D. Clery

xícara medidora: 200ml

Massa:

  • 3 ovos
  • 3 colheres (sopa) manteiga amolecida
  • 2 xícaras de açúcar
  • 2 xícaras de trigo
  • 3/4 xícara de chocolate em pó (uso sempre o do Padre)
  • 1 pitadinha de sal
  • 1 colher (sopa) de fermento em pó
  • 1 xícara de leite

Separe as claras das gemas e reserve as gemas. Bata as claras em neve numa tigela, reserve. Bata a manteiga com o açúcar até ficar um creme fofo. Acrescente as gemas, junte os ingredientes secos e por último o leite aos poucos.  Bata bem. Com uma colher de pau incorpore as claras em neve (sem bater!) e o fermento em pó.  Leve para assar em forma de buraco untada com manteiga e enfarinhada.  Forno médio até passar no teste do palito.  Deixe amornar para desenformar.

Cobertura:

  • 1/2 xícara de chocolate em pó (uso sempre o do Padre)
  • 1/2 xícara de açúcar ( agora reduzi para 1/3 a quantidade)
  • 5 colheres (sopa) de leite
  • 1 colher (sopa) de manteiga
  • 4 colheres (sopa) bem cheias de chocolate meio amargo ralado (acrescentei por meu gosto!)

Leve para engrossar em fogo baixo até que comece a soltar da panela quando se passa a colher de pau no fundo. Se você gosta de cobertura em abundância (como nós em casa) é melhor dobrar a receita, aí na hora de servir o bolo pode colocar sempre um pouquinho a mais…!

Observação: eu nunca uso margarina nas minhas receitas, não gosto do gosto. Também prefiro usar manteiga sem sal quando faço bolo ou outro doce. Ah, e o chocolate sempre de boa qualidade, e nada de achocolatado…please!

Biscuits na Panificadora

25 jun

Breadmachine Biscuits blog

Quando postei a receita de English Muffins, que amei, minha amiga Claudia me perguntou se dava para fazer a massa na panificadora.  Fui pesquisar e testei uma receita cujo mote era este mesmo, usar a panificadora para que se fique menos tempo na cozinha e no final tenha Biscuits deliciosos.

A receita é do site eHow e está aqui traduzida livremente por mim, segui exatamente o que estava escrito para não dizer que minhas alterações mudaram o produto final.  Foi difícil…

Biscuits na Panificadora

3½ xícaras de farinha de trigo para pão OU 3 xícaras de farinha de trigo mais 1/2 xícara de farinha de trigo normal (usei farinha normal) ;1colher (chá) de fermento biológico seco ;1 colher (chá) de mel; 1/3 xícara de manteiga sem sal; 2  ovos grandes; 1¼ colher (chá) de sal ; 2/3 xícara de leite

Coloque todos os ingredientes na tigela da máquina de pão, tomando o cuidado para que os secos sejam colocados primeiro e depois os líquidos.

Ajuste a máquina para a função MASSA e deixe que complete o processo.

Assim que estiver completo o ciclo, remova a massa da panificadora e numa superfície enfarinhada abra a massa num círculo cuja expessura da massa tenha aproximadamente 1,25cm.

Corte os biscuits com a borda de um copo, xícara ou aro próprio.

Unte uma forma de cookie ou tabuleiro (eu também enfarinhei) e disponha os biscuits.

* Os do lado esquerdo da foto ficaram meio amassados pois fui juntando a massa que sobrou depois de cortar os outros e não quis ficar amassando muito.

Deixe os biscuits crescerem na forma até que dobrem de tamanho.

Leve para assar em forno FRIO.  Ligue o forno somente na hora em que for assar, na temperatura de 220º e deixe que assem por mais ou menos 15 a 20 minutos ou até que fiquem dourados. 

Cuidadosamente remova a forma e espere amornar para servir enquanto estão quentinhos.

VEREDITO: o resultado ficou bem saboroso e lindo, mas são pãezinhos e não biscuits.  A textura é mais densa do que os biscuits e o gosto também é diferente pois nessa massa vai ovo, mel e leite, e na que havia feito antes vai buttermilk, o que deixou aquela massa bem mais macia por dentro e crocante por fora.

Claudinha, essa é para você! Beijos!

Caldo Verde

23 jun

Caldo Verde blog

Depois de todas as estravagâncias cometidas por mim no encontro de sábado resolvi que precisava fazer uma sopinha para aliviar o corpo de tanto açúcar e gordura.

O Caldo Verde é provavelmente a sopa que se fazia mais em casa quando estávamos todos morando juntos.  Infelizmente não éramos muito fãs de sopas, olhe lá uma canjinha, mas a gente vive e aprende a dar valor às coisas boas. Agora adoro e quero passar ao meu filhote o quanto é reconfortante e saborosa uma sopa…pena que não foi desta vez que ele provou…

Talvez seja a sopa mais famosa de Portugal, e muito apreciada também aqui no Brasil desde a colonização.

A única coisa diferente que fiz foi rasgar as folhas de couve em pedacinhos e não cortar em tiras, aprendi assim com a minha mãe.

Para duas pessoas usei as seguintes medidas:

Descasquei e cortei 3 batatas médias em cubinhos, coloquei numa panela e cobri de água até que ficasse uns 2 dedos a mais de líquido.  Juntei 1/2 línguiça portuguesa sem pele picada em cubinhos também e deixei cozinhar a batata até ficar mole, sem sal na água.

Retirei a linguiça e reservei, também a batata bati na batedeira com um tiquinho do caldo para fazer purê.  Voltei tudo na panela com o líquido do cozimento.  Fiz um bom refogado com azeite (usei o tempero da Nonna) e acrescentei à sopa.  Corrigi o sal e deixei dar uma fervida para incorporar os sabores.  Uns 4 ou 5 minutos antes de servir juntei a couve e servi com torradinhas de manteiga de manjericão picado.

 

Quitutes e sorrisos, encontro de blogueiras em Sampa

22 jun

amigas encontro blogueiras jun09 (foto da Mari)

Quanto carinho distribuído em forma de sorriso e acolhimento senti na casa da Mari, nosso encontro de blogueiras em Sampa foi uma delícia do início ao fim…pena que tínhamos que ir embora.

Ficou o gostinho de quero mais e vontade de encontrar novamente tantas mulheres tão diferentes e tão parecidas, umas mais quietas outras mais falantes, mas cada uma muito especial e desejosa de abrir o coração para acolher uma nova amizade.  Pura alegria!

E as delícias, então???? Meu Deus, deveria ter ficado de jejum o dia todo, foi um banquete pantagruélico, novidades e muita troca de figurinhas, o que acho uma das coisas mais especiais desses encontros virtuais e ao vivo!

Delícias encontro blogueiras jun09

Vamos lá, eu levei um bolo de banana com calda de caramelo que logo aparece por aqui e as meninas levaram:

  • Mari, do Entre agulhas e panelas, fez muitas delícias – Pão de Mandioquinha, Pães de Batata, Cookies de Macadâmia e Chocolate Branco, Muffins de Cenoura com gotas de chocolate e Chocolate Quente (must total)ufa, quantas maravilhas!;
  • Carmencita, do blog Da Caipirinha ao Cafezinho – Canelinhas banhadas no chocolate (delícia total!), Caramelos de Castanha do Pará (impossível comer um só);
  • Nana, do Manga com Pimenta – patês hiper saborosos de Azeitonas Pretas, Atum e também Alho com Ricota para degustar com torradinhas de pão temperado…ai,ai,ai..;
  • Heloísa, do blog Blog da Vovó… mas não só – levou chás chiquérrimos como  ela!;
  • Lourdes, do blog Cozinha da Lu – um pavê de chocolate com morangos que estava de comer de joelhos!;
  • Dani, do blog Sabor e Paladar – café cremoso, bolo de banana com castanha do Pará incrivelmente maravilhoso e úmido, além de nos presentear com torrões de açúcar (igual aos usados nos Chás ingleses, muito chique!!!) e chocolates belgas…me deu uma dupla charmosa de amigos saleiro e pimenteiro de Blogueira Secreta!

Saleiro e Pimenteiro

A Isa, filhota da Mari participou do encontro e foi uma fofa, além de ter ganhado a lembrancinha que levei como Blogueira Secreta, só que a mamãe já está de olho nas prendas…

O Marcelo foi o fotógrafo oficial e tirou a foto do grupo…e com a maior simpatia ficou com a Mari me fazendo companhia até o marido chegar para me buscar, obrigada pelo carinho da família!

Pena que a Iliane não foi, espero que esteja melhor…fica para a próxima, querida!

Dá vontade de repetir toda semana…! Beijos meninas!

Breadbaking Day comemora 2 anos de delícias com o tema Pizza Party!

19 jun

 

 

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Pizza Party BBDay 2  bbday logo

Adoro pizza e o Breadbaking Day! Não pude deixar passar mais um, cujo tema é Pizza Party!

Além de enviar sua receita, encorajam para que sejam diferentes e originais afim de que todos possam aprender novas maneiras de se fazer essa linda e deliciosa massa que é a Pizza! Mas não é só isso, quem sabe não ganha um cortador todo especial para os que participarem ou deixarem um comentário no post do evento.

A anfitriã Zorra pede que os pizzaiolos de plantão preencham o formulário no final do post sobre o evento e sigam as seguintes instruções:

  • Asse uma Pizza, tire fotos (se possível) e poste no seu blog.
  • Faça um link para o post do blog Kochtopf sobre o evento e posteriomente sobre o roundup (lista dos participantes com fotos e links).
  • Preencha o formulário no blog Kochtopf e seu post será automaticamente incluído no roundup e no evento.
  • Sua receita pode ser escrita em Inglês, Alemão, Espanhol, Francês, Italiano ou Português. Outras línguas devem enviar tradução para uma dessas já citadas.
  • A receita e foto deverão ser postadas até o dia 1º de Julho, 2009.

Tentei uma receita diferente e que usasse algo inusitado para uma massa de Pizza, adaptei a massa ligeiramente de uma receita do Emeril chamada Al Forno And Johanne Killeen’s Grilled Pizza, do livro The very best of Emeril.  A receita original era feita numa churrasqueira, como não tenho em casa, usei o forno mesmo.

Achei que a massa é muito interessante e saborosa, fica um pouco mais crocante talvez pela adição do fubá e o centeio deu um toque mais integral.  Aprovada pelo marido e por mim! Vai aparecer na minha mesa mais vezes!

 

Pizza do Emeril

Massa:

2 1/2 colheres (chá) fermento biológico seco

1 xícara de água morna

1 pitada de açúcar

2 1/4 colheres (chá) sal

1/4 xícara de fubá de milho branco (usei amarelo mesmo)

3 colheres (sopa) de trigo integral (usei centeio)

1 colher (sopa) de azeite de oliva virgem

2 1/2 xícaras de farinha de trigo (pode chegar a 3 1/2 xícaras) (não precisei usar mais do que as 2 1/2 xícaras)

Molho de tomate (receita daqui de casa):

tomates bem maduros crus (usei 1 ½ para uma pizza retangular grande); um dente de alho pequeno; sal e azeite. Bata no liquidificador até formar um purê.

 

· Dissolva o fermento na água morna com o açúcar. Após 5 minutos adicione o sal, o fubá, trigo integral (usei centeio) e o azeite.

· Vá misturando com uma colher de pau e aos poucos junte o trigo branco até que se forme uma massa compacta.

· Numa superfície enfarinhada sove por alguns minutos até que a massa esteja brilhante e elástica, adicionando trigo branco para que não grude.

· Transfira para uma tigela untada com azeite e pincele a massa também com azeite para que não resseque. Deixe descansar em local quente, sem corrente de vento até que dobre de volume, aproximadamente 1 1/2 a 2 horas.

· Retire da tigela, abaixe a massa e sove novamente. Deixe repousar por mais 40 minutos. Retire da tigela, abaixe a massa com as mãos. Caso esteja grudenta sove de novo adicionando um pouco mais de trigo. Não precisei sovar novamente.

· Divida em quatro bolas e cobra-as com filme plástico, deixe repousar por mais 45 minutos em temperatura ambiente.

· Numa superfície enfarinhada abra a massa com as mãos no tamanho da forma que for usar. Achei difícil abrir com as mãos, a massa não é muito elástica, então usei o rolo de macarrão.

· Leve para pré-assar em forno médio/alto em forma pincelada com azeite até que a massa esteja levemente dourada por baixo.

· Coloque o molho de tomates e cubra com o recheio que melhor lhe convenha. Usei mussarela para cobrir o molho de tomates, abobrinha crua fatiada na mandolina coberta com algumas fatias de alho cru também fatiados muito finos e na outra parte da pizza presunto cru com cebola bem finas. Azeite e orégano antes de ir ao forno para derreter o queijo e dourar as abobrinhas.

· Nos últimos minutos antes de tirar do forno coloquei na função dourador (broiler) do forno para deixar mais dourado em cima.

· Como usei uma forma retangular grande (tipo cookie sheet) rendeu uma pizza retangular e duas redondas tipo médias.

· Pré-assei as duas redondas, deixei esfriar, ensaquei e congelei para outro dia. Na hora de assar é só levar ao forno em forma untada com um pouco de azeite e colocar o recheio que quiser até dourar e derreter o queijo.

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I love Pizza and this month is the BBDay second anniversary!
Zorra asked to bake and post a Pizza recipe and I couldn´t let it pass!

This recipe is my version of a recipe called Al Forno And Johanne Killeen’s Grilled Pizza from the book The very best of Emeril.  I did change some ingredients and baked in a conventional oven for the original recipe calls for a charkcoal fire.

The result was very good, tasty and crunchier than the basic Pizza dough! The tomato sauce and the toppings came from our house favorites.

My version of the recipe:

Emeril´s Pizza Dough

Dough:

2 1/2 teaspoon of Active dry east

1 cup warm water

1 pinch of sugar

2 1/4 teaspoons salt

1/4 cup of white cornmeal (I used yellow) or Johnycake meal

3 Tablespoons whole wheat (I used rye)

1 Tablespoon extra virgin olive oil

2 1/2 cups white flour (up to 3 1/2 xícaras) (I only used 2 1/2)

Tomato sauce (my own):

1 1/2 very ripe raw tomatos ( for a pizza with the size of a cookie sheet); one garlic clove; salt and olive oil. Blend all the ingredients until is puree like and use it imediatelly.

  • Dissolve the yeast in the warm water with the sugar. After 5 minutes stir in the salt, johnnycake meal, whole−wheat flour, and oil. Gradually add the
    white flour, stirring with a wooden spoon until a stiff dough has formed.
  • Place the dough on a floured board, and knead it for several minutes, adding only enough additional flour to keep the dough from sticking. When the dough
    is smooth and shiny, transfer it to a bowl that has been brushed with olive oil. To prevent a skin from forming, brush the top of the dough with
    additional olive oil, cover the bowl with plastic wrap, and let rise in a warm place, away from drafts, until doubled in bulk, 1 1/2 to 2 hours.
  • Punch down the dough and knead once more. Let the dough rise again for about 40 minutes. Punch down the dough. If it is sticky, knead in a bit more flour.
    Divide into four balls. Cover the balls with plastic wrap and allow to rise at room temperature for about 45 minutes
  • With your hands flatten the dough on a floured surface (I felt it hard doing by hand, used the rolling pin).
  • Bake the dough in a olive oil brushed pizza pan at medium/high temperature until it is lightly golden.
  • Take it of the oven and put the tomato sauce and the mussarella cheese. I used two toppings: very thin raw zucchini slices with thin garlic slices and the other half of the pizza was with Parma Ham and onions.  Topped with oregan and olive oil.
  • Back to the oven to melt the cheese and gratin the zucchini.  Just before the pizza was done I turned on the broiler on to golden the top of the pizza.
  • I got one large rectangular pizza (cookie sheet size) and two medium round ones.  This last ones I baked until light brown and took off the oven.  Then I let them cool and froze to use some other day.  Just get them out of the freezer, put the saude, cheese and desired tooping and take to the oven to brown and melt the cheese.

Purê de Mangarito

18 jun

 

Mangarito1

Com os mangaritos que compramos na feira pensei em fazer um purê, simples e quentinho.

Não me lembro onde já tinha ouvido falar do mangarito, talvez no Come-se, blog da querida Neide Rigo que com imensa maestria desvenda o imenso potencial da nossa flora comestível, sempre mostrando novidades e formas de se comer os alimentos.

Pois foi lá no Come-se que achei informação sobre a pequenina raiz, que tem um sabor entre o inhame e a batata, mas achei mais suave e com uma textura mais densa.

Difícil de descascar, quase não rendeu nada, foi mesmo para experimentar, já que a porção era pequenina. Cozinhou bem rápido e eu fiz o purê misturando um cadinho de manteiga, leite e sal, bati na batedeira (dica da minha sogra!) e depois ralei um pouquinho de queijo Gruyére em cima, só para dar um charme.

Nunca vi no supermercado para vender, e foi a primeira vez que vi na feira também, na barraca orgânica.

Para terem uma idéia a chef Mara Salles já preparou o tubérculo no festival Raízes do Brasil, no ano passado, como diz o Paladar.  Até foi chamado de “trufa brasileira” por alguns.

Quando for à feira dê uma olhada com mais calma nas barracas e quem sabe alguma coisa diferente lhe chama a atenção?